Grupo 2 – Emmanuel – Líder etapa 4

Atividade 1 – SERVIÇOS INOVADORES EM PORTAIS NA WEB

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SNIIC – Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais – Uma plataforma para o século XXI

É uma plataforma do governo, que funcionará como um banco de dados de bens, serviços, infraestrutura, investimentos, produção, acesso, consumo, agentes, programas, instituições e gestão cultural, bem como para dar transparência a coisa pública e estará disponível para toda a sociedade.

Da mesma forma seria utilizado a infraestrutura que a plataforma possui, dentro da unidade de informação, com um olhar educacional e cultural, no nosso caso a Biblioteca Universitária, o usuário iria interagir da mesma forma que a sociedade o faz com o SNIIC.

O usuário teria participação direta na formulação de propostas educacionais/culturais, em um modelo “open data”, utilizando padrões, protocolos de disponibilização abertos e interfaces com as mídias sociais. Ex.: um estudante que também é músico, registra seu perfil nas áreas de conhecimento que atua e quais instrumentos musicais e/ou vocal que tem habilitação, bem como sua predisposição para integrar nos diferentes projetos, quais recursos que possui, disponibilidade de tempo e espaço e, então se formaria um grande banco de dados, em rede, que contribuirá para a produção de espetáculos, gestão e difusão da própria cultural.

Os demais dados que ele informou poderão ser organizados em um formato amigável e estruturado, promovendo a disponibilização inteligente dos dados abertos e estruturados para os mais variados serviços ou projetos. Desta forma poderia ser feito um mapeamento por área de conhecimento, cultural e artística, bem como também o usuário acompanhar de maneira efetiva como são utilizados os recursos da biblioteca e da universidade em geral.

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OCLC – Online Computer Library Center – Gaimificação na Biblioteca

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Em relatório emitido pela OCMC,  buscam tentativas de  contextualizar leis de Ranganathan com a sociedade informacional atual, não somente com o aumento de livros no acervo – é de vital importância  acompanhar o engajamento dos usuários com a unidade de informação, e a gaimificação das atividades podem auxiliar tanto a recrutar mais usuários como pode auxiliar nas métricas, nas medidas do engajamento dos mesmos.

Graças a versatilidade da gamificação, as bibliotecas podem criar jogos para trazer sua  comunidade para mais perto, com pouco investimento de recursos e tempo, utilizando  materiais que são facilmente encontrados em qualquer unidade de informação, bem como, envolver o pessoal da tecnologia da informação, professores e alunos para planejarem e construírem jogos mais elaborados,  não que seja também obrigatório a construção de artefatos tecnológicos. O essencial na gaimificação consiste em se pensar em atividades utilizando elementos dos jogos, que tragam interação, ambientação da comunidade com o espaço da unidade informacional, de maneira presencial.

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Atividade 2 – Avaliação dos grupos

Grupo 1

 

 

Grupo 3

Grupo 4

grupo 5

Grupo 6

Referências:

Google. Imagens. Disponível em: https://www.google.com.br/webhp?sourceid=chrome-instant&rlz=1C1EJFA_enBR689BR689&ion=1&espv=2&ie=UTF-8#q=google%20imagens. Acesso em: 20.jun.2016
OCLC. Online Computer Library Center. Disponível em: https://www.oclc.org/. Acesso em: 16.jun.2016
SNIIC. Uma plataforma para o século XXI. Disponível em: http://sniic.cultura.gov.br/. Acesso em 16.jun.2016

Grupo 1 – Denian

Ferramentas Colaborativas
Etapa 4 – Atividade 3, 15 Jun. 2016.

Denian de Melo Valente

Com crescente número de informações nos mais variados e específicos campos do conhecimento, o aumento da disseminação de notícias e a velocidade com que estas vêm de encontro ao público, cria-se uma necessidade de disponibilizar a informação de forma a transcender os limites físicos e geográficos, e as unidades de informação tendem a trabalhar para que isto seja uma realidade em todos os segmentos do seu público. Felizmente, há mecanismos disponíveis em ferramentas usadas em massa e de forma circular, onde as informações são geradas e disponibilizadas para diversos usuários de uma só vez, havendo a possibilidade de essas informações serem absorvidas, processadas e unificadas à novas informações, dando continuidade ao processo de disseminação do conhecimento. 
As unidades de informação, ao aprimorar seus serviços às novas plataformas de uso de informação, podem usufruir das tecnologias de comunicação como redes sociais. Um exemplo para estes serviços é o vínculo de um blog alimentado com uma periodicidade semanal, contendo informações relevantes às áreas da ciência e do entretenimento, hospedado gratuitamente em uma plataforma como WordPress, Blogger, Tumblr, etc – com o Twitter, onde as informações podem ser fácil e resumidamente disseminadas dentro de 140 caracteres, desta forma, o usuário pode ganhar tempo, tendo a possibilidade de avaliar a relevância do conteúdo para o seu conhecimento com uma breve leitura. Além de ser uma ferramenta de fácil comunicação, troca e compartilhamento de informação e atendimento ao público.

Unidades de informação de acesso privado podem inovar seus serviços com estas ferramentas de suporte de blogs e websites de comunicação social como forma de disseminação de serviços no mercado para novas unidades de informação ou unidades de informação em formação ou crescimento, seja em qualquer segmento, público ou privado.Um exemplo seria a venda de serviços de informatização de unidades de informação, onde uma equipe de cientistas publica semanalmente as informações relevantes sobre os recursos e as novidades de mercado, com base em estudos na literatura anteriormente publicada, sobre os recursos tecnológicos, recursos humanos, funcionalidades essenciais, etc., em um blog, e a partir da leitura e do interesse de novas instituições na informação sobre estruturas de unidades de informação, estes profissionais vendem cursos e capacitações presenciais para as novas unidades de informação. Desta forma, o blog e as mídias sociais podem servir como intermédios para os serviços de colaboração, e a partir dos serviços prestados, dar suporte aos clientes e os manter atualizados sobre tendências de mercado e formas de implementação de recursos nas unidades de informação.

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Grupo 1 – Denian

Etapa 4 – Atividade 2, 08 Jun. 2016. 
Denian de Melo Valente

Atividade 1: Segurança da Informação

Crimes cibernéticos e segurança da informação

Os crimes cibernéticos são ataques feitos de indivíduos contra indivíduos, através de redes de Internet e redes de computadores. Os mais variados crimes podem ser cometidos e a prática criminosa geralmente tem como suporte programas e aplicativos, conhecidos como Malwares, palavra derivada da junção de Malicious Software. Os malwares, que podem ser vírus, boots, worms, keyloggers, dentre outros, são distribuídos e instalados sem a permissão do alvo do crime.

greenbone_comic_cybercrime_1521x2000_transparentEstes programas possuem a capacidade de se infiltrarem nas máquinas de pessoas e empresas, alojando-se em outros programas de forma sorrateira ou até mesmo atuando individualmente, e, assim, podem monitorar, copiar, controlar e alterar dados e informações, colocando a segurança das informações pessoais e sigilosas em risco. Um exemplo dos mais clássicos crimes cibernéticos é o roubo de senhas de banco.
Devido ao grande número de ataques registrados, faz-se cada vez mais necessário que as instituições e pessoas invistam na segurança de suas informações e, consequentemente, na sua segurança.


Segurança da Informação

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Dentre os diversos modelos de sistemas de identificação, sejam por cartões magnéticos, nomes, senhas, objetos, o mais adequado, seguro e confiável é o modelo biométrico, que se baseia em dados físicos do usuário para o reconhecimento e liberação de acesso. Este procedimento pode ser feito através de leitura de retina, impressões digitais, reconhecimento de voz, geometria da mão, etc. Diferentemente de cartões magnéticos e senhas que podem ser facilmente copiados, o reconhecimento biométrico é o método mais seguro, pois se baseia naquilo que o indivíduo unicamente é.
Outro método bastante conhecido de segurança da informação é a criptografia, que representa transformar a informação em uma forma ilegível, para ocultar informações de pessoas não autorizadas garantindo a privacidade.


Uma política adequada de segurança de informação para uma unidade de informação deve conter os seguintes critérios:


Segurança física:

  • Estar dentro das normas de segurança civil e elétrica;
  • estar equipada com câmeras de alta resolução;
  • ter portas de acesso com cartão magnético nos ambientes administrativos;
  • controlar de entrada e saída de materiais magnetizados através do equipamento de segurança automático;
  • ter equipe capacitada para não haver lacunas e pontos vulneráveis na segurança da instituição e dos usuários;
  • investir em equipamentos atualizados de segurança.

Segurança lógica:

  • Possuir antivírus constantemente atualizado e em monitoramento;
  • possuir firewall para análise de dados externos e internos da rede;
  • criptografar senhas de acesso interno aos recursos da unidade de informação;
  • controle de acesso por identificação biométrica;
  • disponibilizar acesso via VPN.

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