Genilson Geraldo – Grupo 06

Referente a atividade 3 da etapa 4 – 15/06/2016

FERRAMENTAS COLABORATIVAS

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Fonte: www.bbmarketing.com.br

Como integrar ferramentas colaborativas em sistemas já existentes em unidades de informação?

TWITTER

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Fonte: play.google.com

Para a Unidade de Informação desenvolver um trabalho midiático com seus usuários, utilizando ferramentas colaborativas, que neste caso, são as mídias sociais, exige que a instituição esteja inserida ao leque de ferramentas de mídias no mundo da informação.

Diagnosticar qual é o perfil de seus usuários, e quais ferramentas podem ser utilizadas para aproximar e promover a UI.

Criar perfis da instituição nas mídias, chegando assim até esses usuários, conhecendo a realidade de quem preza pela acessibilidade, facilidade e clareza na informação e disseminação da mesma.

Expomos nesta atividade um exemplo de ferramenta colaborativa para promover e aproximar a UI aos seus usuários, que é o Twitter.

O Twitter já é uma ferramenta presente na vida dos brasileiros, estando entre as 3 redes sociais mais acessadas no país. Conhecido pela sua dinâmica, o Twitter facilita que os usuários interajam com as Instituições. De leitura rápida e se mistura numa lista de diversos outros Tweets, do que a UI cadastra em uma Newsletter, por exemplo, e interliga sua instituição com outras UI integrando seus usuários às outras e vice-versa.

 

Exemplos: 

Twitter da Biblioteca de São Paulo:

twitter1

Fonte: https://twitter.com/BSPbiblioteca

Melhor Visualização da Imagem apresentada

Link do Twitter citado

 

Twitter da Biblioteca Nacional:

twitter2

Fonte: https://twitter.com/FBN

Melhor Visualização da Imagem apresentada

Link do Twitter citado

 

Que tipo de serviços inovadores para unidades de informação podem ser gerados com este tipo de ferramenta?

INSTAGRAM

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Fonte: play.google.com

O Instagram é de uma rede social de 300 milhões de usuários, que compartilham mais de 70 milhões de fotos e vídeos diariamente. E os brasileiros estão na segunda posição entre os mais ativos da plataforma.

Sendo assim, as Bibliotecas brasileiras não podem deixar de utilizar essa ferramenta colaborativa.

Coloca-se como exemplo fictício, nesta atividade uma UI online, “Biblioteca Digital Jurídica Brasileira”. Uma biblioteca digital que oferece acesso a livros da área jurídica para profissionais, estudantes e concurseiros de Direito.

A utilização desta ferramenta colaborativa, seria através de um serviço inovador, postando diariamente o livro mais acessado na biblioteca digital, informando o número de acessos, dados bibliográficos deste livro, tudo isso em textos direcionados aos usuários de redes sociais, dando-os oportunidade para comentar, indicar e sugerir o acesso a este e a outros livros. Todavia, promovendo a biblioteca e interagindo com seus usuários antenados e a cada dia mais exigentes.

Para execução desta atividade, foi criado uma conta no aplicativo “Instagram” de uma biblioteca digital fictícia, com seguidores e comentários de amigos do autor desta atividade, previamente solicitados.

Segue abaixo exemplos de postagens.

instagram1

Fonte: https://www.instagram.com/biblioteca_jusbrasileira/

Melhor Visualização da Imagem apresentada

Link do Instagram fictício citado

 

instagram2

Fonte: https://www.instagram.com/biblioteca_jusbrasileira/

Melhor Visualização da Imagem apresentada

instagram3

Fonte: https://www.instagram.com/biblioteca_jusbrasileira/

Melhor Visualização da Imagem apresentada

 

instagram4

Fonte: https://www.instagram.com/biblioteca_jusbrasileira/

Melhor Visualização da Imagem apresentada

instagram6

Fonte: https://www.instagram.com/biblioteca_jusbrasileira/

Melhor Visualização da Imagem apresentada

 

REFERÊNCIAS:

NEGÓCIO, Destino. Confira as vantagens de utilizar o Instagram para divulgar o seu negócio. 2015. Disponível em: <http://comunidad.destinonegocio.com.br/t/confira-as-vantagens-de-utilizar-o-instagram-para-divulgar-o-seu-negocio/1117&gt;. Acesso em: 19 jun. 2016.

GIRARD, Carla Daniella Teixeira et al. Redes sociais: Contribuições e perspectivas para serviços em bibliotecas universitárias. In: Encontro Regional de Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Ciência da informação e gestão da informação, 16., 2013, Salvador. Anais. Salvador: EREBD, 2013. p. 1 – 15. Disponível em: <http://rabci.org/rabci/sites/default/files/Redes Sociais – contribuições e perspectivas para serviços em bibliotecas universitárias.pdf>. Acesso em: 19 mar. 2016.

NACIONAL, Biblioteca. Twitter: Biblioteca Nacional. 2016. Disponível em: <https://twitter.com/FBN&gt;. Acesso em: 19 jun. 2016.

PAULO, Biblioteca de São. Twitter: Biblioteca de São Paulo. 2016. Disponível em: <https://twitter.com/BSPbiblioteca&gt;. Acesso em: 19 jun. 2016.

SIQUEIRA, André. Blog de Marketing de Resultados: Os 7 motivos para usar o Twitter como ferramenta de marketing. 2016. Disponível em: <http://resultadosdigitais.com.br/blog/os-7-motivos-para-usar-o-twitter-como-ferramenta-de-marketing/&gt;. Acesso em: 19 jun. 2016.

 

 

Genilson Geraldo – Grupo 06

Referente – Etapa 4 – Atividade 2 – 08/06/2016

 

SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO:

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Fonte: lumium.com

Atividade 1:

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Fonte: http://www.wxpressomt.com.br

Como esclarecer os usuários de uma Unidade de Informação sobre tópicos relacionados a Crimes Cibernéticos e Segurança da Informação?

Biblioteca Escolar:

Você sabe o que é Crimes Cibernéticos? Já ouviu falar sobre Segurança Informacional?

Promover a cidadania no mundo digital e contribuir para um uso consciente, responsável e seguro da internet, é a função da nossa biblioteca. Oferecemos informações educadoras (cartazes, cartilhas, panfletos) aos nossos usuários, que ensinam e oferecem subsídios para o desenvolvimento e aproveitamento da internet. Abordamos temas como crimes cibernéticos, segurança da informação, sexting, ciberbullying, aliciamento, privacidade, canais de denúncia e uso excessivo da rede.

Crimes cibernéticos ou Cibercrime, é a palavra dada a uma prática que consiste em fraudes na segurança dos computadores. Isto é um crime! Você sabe como ele é feito? através de diversas maneiras, disseminação de vírus, que deixa seu computador doente, distribuição de material que só adultos podem ver. E, isso é bem sério! Fraudes bancárias, uso de documentos sem autorização dos autores, e até praticar bullying com os amigos na internet. Ou seja, precisamos apreender sobre Segurança Informacional!

Vamos conversar sobre isso? Ficou interessado? converse com nossos bibliotecários!

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Fonte: ivypondderand.wix.com

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Fonte: safernet.com.br

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Fonte: prospectideias.com.br

 

Atividade 2:

BIOMETRIA E CRIPTOGRAFIA

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Fonte: cryptoid.com.br

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Fonte: pt.slideshare.net

Política de segurança informacional na Biblioteca especializada da área jurídica:

Política de Segurança da Informação é um documento que registra os princípios e as diretrizes de segurança adotado pela organização, a serem observados por todos os seus integrantes e colaboradores e aplicados a todos os sistemas de informação e processos corporativos.

Segue os requisitos da política de segurança:

  • O principal a ser protegido é segurança informacional dos processos jurídicos, com restrição de acesso aos seus conteúdos;
  • garantir que o sistema informacional seja compatível as exigências da instituição,  preservando a privacidade e segurança informacional dos processos;
  • O acesso as informações é restrita a pessoas previamente autorizadas, sendo seu acesso possível, apenas na instituição.
  • O acesso físico, deve ser controlado e restrito, garantindo a segurança dos equipamentos computacionais, tal como: energia elétrica, cabeamento, localização, climatização e proteção contra incêndio.
  • Em relação ao controle lógico, o acesso deve ser controlado por biometria, através de dados físicos e comportamentais específicos dos usuários,  como impressão digital, íris, voz e geometria da mão.
  • Entretanto, aconselha-se o uso de segurança lógica, através da criptografia, que é capaz de proporcionar mais privacidade aos dados da UI, porém, a chave criptográfica precisa ser secreta, longa e aleatória.
  • Promover treinamento da equipe, avaliação periódica, feedback dos controles aplicados e atenção à novas tecnologias.

 

 

REFERÊNCIAS:

ALBERTIN, Alberto Luiz; MOURA, Rosa Maria de. Comércio eletrônico: seus aspectos de segurança e privacidade. RAE: Revista de Administração de Empresas, São Paulo, v. 38, n. 2, p.49-61, abr. 1998. Disponível em: <www.scielo.br/pdf/rae/v38n2/a06v38n2.pdf>. Acesso em: 12 jun. 2016

BASTO, Fabrício. Analista TI Política de Segurança da Informação – Como fazer?: Política de Segurança da Informação – Como fazer?. 2015. Disponível em: <http://analistati.com/politica-de-seguranca-da-informacao-como-fazer/&gt;. Acesso em: 12 jun. 2016.

CAMARA, Danielle Paes B. de A.; ROCHA JUNIOR, Valdemar C. da. Combinando Criptografia e Biometria: Sistemas de Regeneração de Chave. Revista de Tecnologia da Informação e Comunicação, Recife, v. 2, n. 2, p.26-38, dez. 2012. Disponível em: <http://www.rtic.com.br/artigos/v02n02/v02n02a05.pdf.&gt;. Acesso em: 12 jun. 2016.

PINHEIRO, José Maurício S. Auditoria e Análise de Segurança da Informação: Segurança Física e Lógica. 2009. Centro Universitário Geraldo Di Biase (UGB). Disponível em: <http://www.projetoderedes.com.br/aulas/ugb_auditoria_e_analise/ugb_apoio_auditoria_e_analise_de_seguranca_aula_02.pdf&gt; . Acesso em: 12 jun. 2016.

Genilson Geraldo – Grupo 06

Referente a atividade I da etapa 4 – 01/06/2016

Atividade 1:

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Fonte: www.h2e.es

PORTAL INFONEWS

Somos um portal informativo que cria, produz e distribui conteúdos com grande diversidade de informação de qualidade que não apenas informa, mas, também educam e divertem nossos usuários. Nosso maior foco é fornecer um portal com conteúdo diferenciado e relevantes para diversos públicos, permitindo que o usuário encontre em nosso portal, acesso a e-mail, notícias, entretenimento, vídeos, links de interesses, e ainda, possibilitando aplicações de softwares restritos às empresas ou instituições, com acesso ao webmail,  monitoramento e donwloads de arquivos restritos, visualização de conteúdo específico etc.

Softwares de Bibliotecas:

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Fonte: glima.eci.ufmg.br

Atividade 2:

  • Impressões a respeito dos softwares:

MINIBIBLIO: Sistema intuitivo, porém, não é indicado para uma instituição de médio e grande porte, pois, falta algumas ferramentas importantes, tal como, o cadastro de usuário com dados completos (faltando endereço, telefone, e-mail, e outros).

minibiblio

Fonte: aleitora.com.br

 

BOOKDB: Software que permite mudança de idiomas. Mas, é um software com simples interface, direcionado para acervos pessoais, e bibliotecas de pequeno porte. Poderia melhorar sua interface e o cadastro dos usuários com dados completos.

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Fonte: spacejock.com

 

BIBLIOTECA FÁCIL: é um sistema bem intuitivo, de fácil entendimento e uso. Possui recursos e ferramentas essenciais para automação de bibliotecas. Permiti relatórios de acervos, emissão de comprovantes de empréstimos, devolução e outros.

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Fonte: mtg.com.br

 

BIBLIOEXPRESS: O software é de difícil utilização, exige um pouco mais do usuário, por apenas fornecer seus recursos e ferramentas no idioma inglês. A interface é precária e não possui manual de uso.

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Fonte: ultradownloads.com.br

 

  • 20 razões pela qual um cliente DEVERIA COMPRAR os softwares:

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Fonte: compraonline.com.pt

BIBLIOTECA FÁCIL

Melhor Visualização

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Fonte: Autor

 

MINIBIBLIO

Melhor Visualização

mbiblio

Fonte: Autor

 

  • 20 razões pela qual um cliente NÃO deveria comprar os softwares:

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Fonte: hplcurriculos.com.br

BIBLIOEXPRESS

Melhor Visualização

BEXPRESS

Fonte: Autor

 

BOOKDB

Melhor Visualização

BOOKBD

Fonte: Autor

 

 

REFERÊNCIAS:

CERVI, Emerson Urizzi; MASSUCHIN, Michele Goulart. O que interessa ao público nos portais informativos? Revista Com Política, Rio de Janeiro, n. 1, p.02-32, jan. 2012. Disponível em: <http://compolitica.org/revista/index.php/revista/article/view/68/73&gt;. Acesso em: 04 maio 2016.

DUTRA, Moisés Lima. UsabilidadeFlorianópolis, 2016.

FURTADO, Leonel Paes. Portais na WebFlorianópolis, 2016.

Genilson Geraldo – Grupo 6

Postagem referente a Etapa 3 – Atividade 3 – 25/05/2016

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Fonte: oautornaweb.wordpress.com

Atividade 1:

  • Ao comprar livros digitais para incorporar o acervo da UI, a instituição passa ter direito de difundir o conteúdo destas obras sob forma de consulta online, e quando previamente autorizados os downloads de documentos. Porém, não podem explorar estas comercialmente e muito menos distribuir cópias sem autorização. Entretanto, em relação as atitudes e inflações de seus usuários na execução de cópias ilegais, foge do controle e da responsabilidade da instituição, podendo ter apenas em seu planejamento, ações educativas a seus usuários.

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Fontes: blogdopetcivil.com – portaldedicas.com.br

  • A UI deve inserir em suas políticas de atendimento, ações educativas na página da entidade, tratando sobre os direitos autorais. É importante que a biblioteca insira em seu processo de disseminação de conhecimento, textos que façam seus usuários a refletir sobre as cópias ilegais, orientando-os como utilizar de forma legal os documentos com propriedade intelectual. Entretanto, é indispensável que a biblioteca disponha no ato de inscrição para ter acesso ao conteúdo digital, um “Termo de compromisso”, que aponte as responsabilidades dos usuários.

 

Atividade 2:

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Fonte: esbiblivre.forumeiros.com

  • Relato – BIBLIVRE:

Com uma interface de fácil entendimento, funções simples e intuitivas, não foi encontrado dificuldades para utilizar os recursos do software. Pois, são oferecidos detalhes de como usar cada recursos e funcionalidades. Sugestão de melhorias, seria: oferecer mais opções de tamanho das etiquetas para impressão das carteirinhas; E, a opção de “Reservas” das obras, poderia estar junto na opção “Empréstimos e Devolução”, facilitando o trabalho.

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Fonte: unicagestao.com

  • Relato – PHL:

Com uma Interface não muito atrativa, o software PHL, exigi um pouco mais de atenção do usuário ao utiliza-lo. Após testar algumas funcionalidades, ficou fácil manuseia-lo. Gostei que, automaticamente ele já apresenta os comprovantes, de renovação, empréstimos, reservas e etc. A importação de dados catalográficos é fácil e prático. Poderia melhorar sua interface, como cores e fontes.

Atividade 3:

  •  BIBLIVRE: Cadastrar uma obra do tipo livro

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Fonte: bevilaqua.org.br

  1. Abrir Biblivre IV
  2. Fazer login e digitar senha
  3. Clicar no item “Catalogação”
  4. Escolher opção “Bibliográfica”
  5. Pesquisar obra no item “pesquisa simplificada”

[ Caso possua registro ]:

5.1. Clicar na opção “Abrir registro”

5.2. Clicar na opção novo registro

5.3. Fornecer número de exemplares no item “Exemplares”

5.4. Clicar em “Salvar”

[ Caso não possua registro ]:

  1. Clicar opção “Novo registro”
  2. Verificar catalogação da obra no catálogo da Biblioteca Nacional

7.1. Copiar discrições da obra no formato Marc 21

7.2. Colar no item “MARC” no registro da obra do Biblivre

[ Caso não possua dados catalográficos no catálogo da BN ]:

  1. Abrir item “Formulário”

8.1. Digitar dados técnicos da obra

8.2. Digitar dados em formato MARC 21

[ Finalizando cadastro ]:

  1. Conferir dados da obra no item “Formulário”
  2. Clicar em “Salvar” no registro no item formulário
  3. Conferir dados no item “Resumo Catalográfico”
  4. Fornecer número de exemplares no item “Exemplares”
  5. Clicar em “Salvar” no item Exemplares
  6. clicar no item “Retornar à pesquisa”.

 

Diagrama de Atividades:

Atividade 3 - Etapa 3 - Diagrama de Atividades

Melhor Visualização do Diagrama de Atividades

 

REFERÊNCIAS:

OLIVEIRA, Elysio Mira Soares de. PHL: Personal Home Library. 2016. Disponível em: <http://www.elysio.com.br/&gt;. Acesso em: 27 maio 2016.

OLIVEIRA, C. C.; BOTELHO, R. G. E. Direitos autorais versus pirataria editorial na universidade: algumas reflexões. DataGramaZero, v. 8, n. 2, p. 0-0, 2007. Disponível em: <http://basessibi.c3sl.ufpr.br/brapci/v/4382&gt;. Acesso em: 27 mai. 2016.

NACIONAL, Sociedade dos Amigos da Biblioteca. Biblivre. 2016. Disponível em: <http://biblivre.org.br/&gt;. Acesso em: 27 maio 2016.

Genilson Geraldo – Grupo 06

Referente a Etapa 3 – Atividade II – 18.05.2016 – Diagrama de Atividades

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Fonte: http://www.matera.com

SOFTWARE / APLICAÇÕES

Cadastrar Instituição Escolar no pacote “Sophia Plus”

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Fonte: docplayer.com.br

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Fonte: docplayer.com.br

  1. Clicar no menu “start” do Windows
  2. Selecionar a pasta “Programs”
  3. Localizar e clicar na pasta “Sophia Plus”
  4. Localizar e clicar na pasta “serviços escolares”
  5. Introduzir o número de identificação (Login)
  6. Informar a palavra-chave (senha)
  7. Selecionar o módulo Administração
  8. Selecionar a tabela Instituição
  9. Clicar na opção “Adicionar”
  10. Digitar dados da instituição
  11. Clicar na opção “Salvar”

 

HARDWARE / EQUIPAMENTOS

Utilizar Datashow:

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Fonte: locacaodedatashow.com.br

  1. Conectar cabo de força do Datashow
  2. Conectar o cabo de vídeo no Datashow
  3. Conectar a saída do cabo de vídeo no notebook
  4. Abrir a lente do Datashow
  5. Apertar o botão de power para ligar o Datashow
  6. Ajustar o tamanho da imagem e foco do Datashow na tela de projeção
  7. Ligar o notebook
  8. Verificar se a imagem do notebook já está sendo projetada, caso contrário pressionar a tecla Fn + F5 ou a tecla de função correspondente ao vídeo.
  9. Abrir programa de apresentação
  10. Iniciar apresentação

 

DADOS / ARMAZENAMENTOS

Cadastrar dados de catalogação no banco de dados Biblivre:

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Fonte: biblivreiros.blogspot.com

  1. Acessar página da Bibliolivre
  2. Digitar login
  3. Digitar senha de usuário
  4. Clicar na opção “Entrar”
  5. Clicar no item “Novo registro”
  6. Pesquisar na Base de Dados – Biblivre
  7. Registrar na base de dados novo volume (caso possua cadastro)
  8. Pesquisar dados do livro no catálogo da Biblioteca Nacional (caso não possua cadastro)
  9. Copiar dados do livro no formato Marc 21
  10. Colar dados copiados no catálogo da BN no item cadastro em Marc 21
  11. Conferir se dados copiados estão corretos no “Formulário”
  12. Digitar dados descritivos da obra (caso não possua no catálogo da BN)
  13. Clicar na opção “Salvar”

 

RECURSOS HUMANOS / ATORES

Bibliotecário de atendimento:

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Fonte: clickpb.com.br

  1. Atender o usuário
  2. Verificar o assunto da pesquisa
  3. Perguntar nome do livro
  4. Pesquisar no banco de dados
  5. Informar usuário opções
  6. Anotar número de localização das obras
  7. Localizar obras no acervo
  8. Entregar obras ao usuário
  9. Oferecer ajuda ao usuário
  10. Orientar pesquisa

 

ATENDIMENTO / INTERFACE COM O USUÁRIO

Realizar uma Busca Combinada no sistema Sophia:

buscacombinada

Fonte: http://www.anatel.gov.br/

  1. Selecionar opção “Busca Combinada”
  2. Clicar na tabela de seleção
  3. Selecionar o campo a ser pesquisado
  4. Digitar o termo na caixa de descrição
  5. Selecionar o operador booleano
  6. Selecionar filtros
  7. Clicar em “Buscar”
  8. Analisar referências selecionadas pelo sistema
  9. Clicar na referência desejada
  10. Verificar disponibilidade de visualização online do conteúdo
  11. Abrir documento.

 

ACESSIBILIDADE

Utilizar Áudio books – Overdrive:

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Fonte: gardenridge.biblionix.com

  1. Abrir programa “Overdrive”
  2. Informar número de login e senha de usuário
  3. Selecionar categoria desejada
  4. Informar livro desejado na opção “busca”
  5. Escolher opções pré-selecionadas pelo sistema
  6. Abrir livro
  7. Escolher opção de áudio livros
  8. Selecionar volume do som
  9. Clicar na opção “player”
  10. Salvar em “Minha biblioteca”

 

Diagrama de Atividades – Cadastrar dados de catalogação no banco de dados Biblivre

Diadrama de atividades

 

Melhor Visualização – Diagrama de Atividades

 

REFERÊNCIAS:

 

NACIONAL, Sociedade dos Amigos da Biblioteca. Biblivre. 2016. Disponível em: <http://biblivre.org.br/&gt;. Acesso em: 23 maio 2016.

OVERDRIVE. Overdrive: ebooks, audiobooks and video for libraries. Disponível em: <https://www.overdrive.com/&gt;. Acesso em: 23 maio 2016.

SOPHIA, Portal. Sistema de bibliotecas UFG. 2016. Disponível em: <https://sophia.bc.ufg.br/index.html&gt;. Acesso em: 23 maio 2016.

 

 

Genilson Geraldo – Grupo 06

Referente – Etapa 3 – Atividade 1 – 04/05/2016

 

PLANEJAMENTO DE TESTES DE USABILIDADE

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Fonte: http://www.conectt.com.br

  1. 05 funcionalidades para testar a usabilidade:
  • Emprestar itens
  • Adquirir obra
  • Cadastrar obra no Acervo
  • Catalogar Obra
  • Divulgar Notícias recentes da U.I.

 

  1. Planejamento de um teste de usabilidade:

Para automação de uma biblioteca especializada, ou seja, a escolha de um software especializado para suprir as necessidades de automação da entidade, propõe-se um teste de usabilidade para avaliar softwares, com propósito de testar as funcionalidades essenciais e desejáveis da U.I., tal como: empréstimos; aquisição, cadastro e catalogação das obras e, divulgação de notícias recentes e atualizadas da U.I. Analisando assim, a facilidade de aprendizagem e memorização, eficiência, baixo índice de erros e principalmente satisfação do usuário e dos objetivos da instituição.

Para este teste, estarão envolvidos o bibliotecário chefe, analista de sistemas, representantes dos softwares avaliados, bibliotecários de atendimento e tratamento técnico e usuários.

Para execução do teste, não será utilizado uma sala especial para testes de usabilidade, mas sim, a própria estrutura da biblioteca, por ser tratar de avaliações de operacionalidade, como os tratamentos técnicos, serviços de empréstimos e serviços de mailing[i] com os usuários.

Os usuários que serão selecionados para os testes, serão interagentes mais frequentes da biblioteca, previamente selecionados e funcionários da U.I., bibliotecários de atendimento e de tratamento técnico.

Como critérios e métricas de usabilidades serão avaliados por funcionalidades essenciais e desejáveis utilizando como referências os critérios e métricas relacionadas abaixo:

[i] Mailing é uma palavra do vocabulário inglês que significa a ação de expedir uma correspondência pelo correio. De mail que significa correiocorrespondência.

 

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Fonte: http://www.behance.net

 

Métricas, critérios e funcionalidades a serem avaliadas:

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criterios3

 

criterios4

 

criterios5

 

As etapas detalhadas do teste:

Com supervisão do bibliotecário chefe os analistas de sistemas da U.I., juntamente com o representante do software escolhido, planejam a execução dos testes de usabilidade, definindo os perfis dos usuários e profissionais que irão experimentar o software. A aplicação do teste de usabilidade, primeiramente será com os bibliotecários da instituição (de atendimento e tratamento técnico), avaliando assim os serviços oferecidos pelo software de: empréstimos de obras, catalogação de obras, adquirir obras, cadastro de obras no acervo e o mecanismo de envio de notícias recentes das U.I. para os usuários. E no decorrer dos testes, será pré-selecionado alguns usuários da biblioteca, (usuários estes com perfis diferentes, de escolaridade e idade), para experimentar o novo sistema, simulando serviços de empréstimos, buscas de referências no acervo físico e digital, entre outros. Recebendo assim, o feedback dos sistemas experimentados.

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Fonte: Autor

 

Referências:

CAFÉ, Ligia; SANTOS, Christophe dos; MACEDO, Flávia. Proposta de um método para escolha de software de automação de bibliotecas. Ci. Inf., Brasília, v. 30, n. 2, p. 70-79, maio/ago. 2001. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ci/v30n2/6213.pdf>. Acesso em: 5 maio 2016.

GOMES, Carolina Glayce. Avaliação da usabilidade do sistema Pergamum de gerenciamento de bibliotecas. UFMG, Minas Gerais.

INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA.Questionário para avaliação de softwares. [Brasília], [200-?].

 

Genilson Geraldo – Grupo 06

Referente a atividade II – Websites de Bibliotecas – II Etapa do Projeto de Informatização – 27/04/2016.

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Fonte: www.matera.com

SETOR DE AVALIAÇÃO INTERNA DE QUALIDADE

Testes de usabilidade em uma biblioteca especializada

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Fonte: Projeto Interface

Atores:

  • Bibliotecário Chefe
  • Auditor de qualidade
  • Analista de Usabilidade
  • Moderador
  • Usuários

 

Funcionalidades Essenciais na Unidade de Informação:

  • Supervisionar o trabalho desenvolvido no setor
  • Revisar as políticas e procedimentos de auditória
  • Garantir a conformidade com os padrões de planejamento
  • Garantir relatórios precisos, claros, concisos e oportunos
  • Monitorar auditoria de qualidade
  • Estipular testes de qualidade
  • Disponibilizar indicativos para os testes de qualidade
  • Planejar execução de testes de qualidade
  • Executar testes de qualidade
  • Fornecer relatórios parciais e Final dos testes aplicados

 

Breve cenário escolhido:

A avaliação interna de qualidade compreende duas partes relacionadas entre si: o monitoramento contínuo e a auto avaliação periódica.

O setor de avaliação interna de qualidade da biblioteca especializada é composto pelo bibliotecário chefe do setor, que tem responsabilidade de supervisionar as auditórias internas, tendo como funcionalidades essenciais: revisar as políticas e procedimentos de auditoria usados em cada projeto de auditória, para garantir a conformidade com os padrões de planejamento, desempenho e comunicação; garantir que as conclusões e recomendações foram reveladas com base em evidências relevantes e suficientes; garantir que os relatórios foram precisos, objetivos, claros, concisos e oportunos.

Outra função do setor é o Auditor de qualidade, que é responsável por auditar processos internos dos departamentos da biblioteca física e digital, monitorando os programas de auditoria interna dos sistemas e estipular os testes e procedimentos relacionados com a qualidade.

Faz parte do setor também o Analista de Usabilidade, que tem como funções essenciais: Aplica os princípios de usabilidade e de pesquisa para facilitar o entendimento do usuário e identificar problemas em navegações de sites; planeja a execução dos testes, mede resultados, investiga e resolve questões de experiência do usuário por meio de avaliação e teste.

Outra função é o Moderador, que tem como funções essenciais, aplicar os testes, auxiliar, orientar, responsável pela produção dos relatórios parciais e acompanha em tempo real a execução dos testes em si com o usuário.

Enfim, os Usuários que tem como função essencial, experimentar, avaliar e dar feedback dos testes de usabilidade aplicados.

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Fonte:  mercedessanchez.com.br

 

Esquema de Sistemas e Subsistemas:

Sistemas e Subsistemas

Fonte: Modelo – Moisés Lima Dutra

Melhor Visualização

 

DIAGRAMA DE CASO DE USO:

Bibliotecário Chefe Supervisiona, revisa e fornece coordenadas para o projeto de avaliação de qualidade, monitora as a execução dos testes de qualidades e ocasionalmente exerce as funções do auditor.

Auditor de qualidade, estipula e coordena os testes de qualidades; ocasionalmente exerce as funções do moderador.

Analista de Usabilidade, planeja a execução dos testes de qualidades; exerce e também monitora as funções do moderador.

Moderador aplica testes de qualidades;

Usuários, fornecem feedback do sistema experimentado, avaliam a eficácia e fornecem tempo de execução das tarefas aplicada.

 

Diagrama CasodeUso Usabilidade

 

Fonte: Autor

Melhor visualização

REFERÊNCIAS:

NIELSEN, Jakob; LORANGER, Hoa. Usabilidade na Web. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. 405 p. Tradução de Edson Furmankiewicz.

 

Grupo 06 – Genilson Geraldo

Atividade referente a etapa 2 – Atividade 1 – 27/04/2016

 

USABILIDADES

 

Créditos: autor (segundo a estrutura de usabilidade ISO 9241-1)

 

Recursos de Software:

curso-usabilidade

Fonte: Hipervisual

  • Sistema de automação: requisitos de funcionalidade da UI, em relação de processamento técnico, aquisição, seleção, empréstimos, recuperação da informação, etc.
  • Manutenção: software com possibilidade de ser modificado, tal como: melhorias, correções e adaptações.
  • Eficiência: software de nível de desempenho desejado, em relação compreensão, aprendizagem, uso e admiração do usuário.
  • Interfaces mal elaboradas: Usuário encontra dificuldade para utilizar o software (confuso), podendo causar perda de dados e diminuição da produtividade.
  • Imagens e formatos: uso de cores abusivas, causando fadiga visual, desvio de atenção do usuário, tornando a página da biblioteca confusa e ilegível.

 

Recursos de Hardware:

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Fonte: Adrenaline.uol

  • Entradas: possibilitar uso de dispositivos de armazenamentos, tal como, pendrives, para recuperação de informação.
  • Mídias: oferecer recursos de mídias aos usuários, tal como, CD, DVDS, data show, etc.
  • Máquina de auto empréstimo: localiza-los próximo a entrada do acervo, facilitado o tempo do usuário e otimização dos serviços da UI.
  • Scanner: disponibilizar acervo digitalizado e possibilidade de uso do scanner na UI.
  • Modens: oferecer serviços de acesso à internet com aquisição de modens na UI.

 

Recursos de Dados:

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Fonte: Tecnozebra

  • Cadastro de dados de aquisição: possibilitar controle e relatórios de aquisição do acervo.
  • Pendrives: implantação de um sistema funcional com proteção (antivírus), para uso de pendrives e similares.
  • Cadastro de dados dos usuários: estipular dados exigidos para cadastro, não solicitando informações pessoais de que a UI não precisa de verdade.
  • Dispositivos de armazenamentos por meio óptico: permitir utilização de recursos de armazenamentos, tal como, CD-ROMs, CD-RWs, DVD-ROMs, DVD-RWs, etc.
  • Discos internos e externos (HDs): possibilidades de armazenamento com dispositivos internos e externos, aumentando a capacidade de armazenamento.

 

Recursos Humanos:

RH_atual

Fonte: Univem.edu

  • Bibliotecário de atendimento: comunicação direta com usuários, recebendo feedback das funcionalidades da UI.
  • Estagiário: auxilia nos serviços de atendimento e tratamento técnico da biblioteca.
  • Bibliotecário chefe: especifica funções, estratégias, ações da equipe.
  • Bibliotecário de Tratamento técnico: executa serviços de catalogação, indexação e classificação.
  • Técnico de TIC: responsável pelo controle de usabilidade da biblioteca digital e sistema de informação.

 

Recursos de Atendimento:

interface-e-usabilidade-como-levar-o-usurio-onde-queremos-1-728

Fonte: pt.slideshare.net

  • Interface autoexplicativa: um indicativo é quando os usuários atingem um certo grau de proficiência em um curto período de tempo.
  • Feedback: enfatiza a avaliação subjetiva do uso da biblioteca física ou digital, sejam elas positivas ou negativas.
  • Controlador de tempo de uso: o tempo de navegação e realização das tarefas em tempo excessivos, podem indicar um esforço desnecessário do usuário.
  • Mecanismos de segurança no uso: proteção contra condições desfavoráveis ou até mesmo perigosas (vírus) aos usuários.
  • Mensagens de erros: comunicação clara e objetiva, recuperando erros e de fácil correção.

 

Recursos de Acessibilidade:

digital

Fonte: Merten.com

  • Designs acessíveis: preocupações com fontes e cores abusivas na interface.
  • Linguagens apropriadas: oferecer uma linguagem simples e informações em braile.
  • Localização do acervo em braile: disponibilizar em local próximo à entrada.
  • Máscara de teclado: oferecer para uso de inclusão digital
  • Tecnologias assistidas: serviços adequados de acessibilidade, como acervo em braile.

 

Fonte: Marcelo Ramos

 

Referências:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 9241-11: Requisitos ergonômicos para trabalho de escritório com computadores: parte 11 – orientação sobre usabilidade. Rio de Janeiro, 2002. 21 p.

DIAS, Cláudia. Usabilidade na Web: Criando portais mais acessíveis. 2. ed. Rio de Janeiro: Alta Books, 2007. 296 p.

MAGALHÃES, Euripedes. Design e Usabilidade. 2012. Disponível em: <http://pt.slideshare.net/DigiTalks/curso-de-ecommerce-design-e-usabilidades-digitalks?qid=94dda6d1-4f9c-4cb1-ae9e-6b9be5f78b91&v=&b=&from_search=4&gt;. Acesso em: 24 abr. 2016.

Prates, R. O., Barbosa, S. D. J. Avaliação de Interfaces de Usuário – Conceitos e Métodos. Jornada de Atualização em Informática, SBC. 2003.

KRUG, Steve. Não me faça pensar atualizado: uma abordagem de bom senso à usabilidade na web e móbile. Rio de Janeiro: Alta Books, 2014. 200 p.

Grupo 06 – Genilson Geraldo – Líder da 1ª Etapa

Relatório do líder – Referente a 1ª etapa do projeto de informatização das Unidades de Informação do Grupo 06

grupo6

Fonte: blog.portalpravaler.com.br

Para execução do projeto de Informatização das Unidades de Informação, foi formado um grupo titulado (por sorteio) 06, composto por 04 alunos (as): Adriana de Martino, Ana Carolina Sanches, Daiana Werlich e Genilson Geraldo.

Na primeira atividade, sobre a definição de uma UI, seus serviços essenciais e a estrutura dos SI, discutimos de que forma poderia ser feito esta atividade, sendo que, cada um deu sua opinião sobre o assunto abordado.

A atividade em si, as discussões, dúvidas e sugestões foram realizadas via trocas de e-mails. E assim, chegamos em uma definição sobre os assuntos citados, porém, com alguns apontamentos pessoais em cada postagem. E, unanimemente tivemos dificuldades para deixar a postagem no número de palavras exigido.

Na atividade 1, percebemos no primeiro momento que iriamos ter que produzir um projeto informatização de uma UI e qual serviços iriamos oferecer, em um SI dentro de uma Unidade informação específica.

Na segunda atividade, o grupo teve mais dificuldade para produzir o texto para postagem, pois, sendo exigido uma síntese dos SI versus UI, foi difícil a compreensão de como deveria ser feito.

No primeiro momento, para escolher uma U.I. fictícia, foi fácil e unânime, escolhemos apontar sobre as bibliotecas especializadas. Entretanto, para identificar os elementos do S.I. e de que forma podiam atuar, tivemos mais dificuldades para entrar num consenso, e como deveria ser feito. No entanto, depois de algumas trocas de e-mails, todos acabaram entendendo e definindo como deveria ser feito, respeitando a opinião de cada um.

Na atividade 2, começamos a compreender melhor como seria este projeto, suas exigências, características e os elementos dos sistemas de informação dentro das UI, e como eles poderiam atuar para oferecer um serviço de qualidade na biblioteca especializada.

Na terceira atividade, o grupo recebeu uma nova integrante, a colega Ana Paula Antunes, que veio para contribuir na execução de nosso projeto de Informatização. Nesta atividade, trabalhamos mais em conjunto, sendo que cada um sugeriu os sessenta recursos (de software, hardware, dados, humanos, de atendimento e acessibilidade) no contexto de uma U.I. A colega Adriana Martino fez uma tabela no ”Excel” com as sugestões de cada um, e assim, todos poderiam definir quais recursos iriam utilizar.

Foi enviando pelo líder orientações de como fazer toda atividade, principalmente na modelagem de um diagrama de um Casos de Uso, do cenário escolhido, utilizando o programa VioletUML.

Na atividade 3, ficou mais claro para todos, sobre a execução do projeto de informatização, o reconhecimento dos recursos existentes dentro de um cenário fictício, clareando mais com a criação do diagrama.

Acreditamos, que para a próxima etapa, todos do grupo poderiam melhorar a integração e comunicação do grupo.  Dividindo melhor as tarefas, e auxiliando uns aos outros nas postagens pessoais. Assim, padronizando as produções textuais, porém, respeitando a opinião e estilo de cada um.  Todavia, estamos nos conhecendo melhor, e com certeza, nas próximas etapas o crescimento do grupo será perceptível.

Grupo 06 – Genilson Geraldo

Atividade referente ao dia 06 abril de 2016 – Recursos de SI em UI.

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Fonte: acdfcurraisnovos

  1. RECURSOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO EM UNIDADES DE INFORMAÇÃO

 

 1.1 RECURSOS DE SOFTWARE

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Fonte: Unisantanna

  • Controlar empréstimos
  • Cadastrar usuários
  • Cadastrar fornecedores
  • Cadastrar parceiros/voluntários
  • Controlar financeiro
  • Gerenciar Base de dados
  • Editar Textos
  • Produzir planilhas eletrônicas
  • Utilizar correios eletrônicos
  • Obter rede e serviços de Internet

 

  • RECURSOS DE HARDWARE 

hardware

Fonte: Tyttosoft

  • Oferecer serviços de impressões de documentos
  • Oferecer Digitalização de documentos
  • Oferecer reprografia de documentos
  • Disponibilizar Monitores para Computadores
  • Utilizar dispositivos de entrada de dados/periféricos
  • Disponibilizar Scanner
  • Oferecer Internet (modens)
  • Utilizar Leitor de código de barras
  • Oferecer Data show
  • Oferecer recursos de mídias

 

  • RECURSOS DE DADOS 

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Fonte: Smartsuporte

  • Criar estatísticas
  • Criar tabelas de dados
  • Verificar dados dos usuários
  • Controlar de entradas e saídas do acervo
  • Controlar/registrar aquisições
  • Controlar doações
  • Obter informações quantitativas do acervo
  • Auxiliar os usuários em pesquisas
  • Disponibilizar relatórios
  • Controle de descartes

 

  • RECURSOS HUMANOS 

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Fonte: PortaldoBibliotecário

  • Usuários
  • Bibliotecário – Setor de processamento técnico
  • Bibliotecário – Atendimento ao usuário
  • Bibliotecário – Chefe
  • Fornecedores
  • Estagiários
  • Editoras
  • Interprete de Libras
  • Assistente Administrativo
  • Diretor

 

  • RECURSOS DE ATENDIMENTO 

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Fonte: Unicamp

  • Cadastrar dados
  • Oferecer serviço de empréstimo
  • Receber feedback
  • Receber sugestões
  • Instruir no uso da biblioteca
  • Auxiliar nas referências
  • Ajudar na localização de livros
  • Promover o uso da biblioteca
  • Auxilio em normas
  • Oferecer cursos de capacitação

 

  • RECURSOS DE ACESSIBILIDADE

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Fonte: BibliotecasdoBrasil

  • Oferecer inclusão digital
  • Oferecer cabine acústica
  • Disponibilizar acervo sonoro
  • Disponibilizar terminal de informações para surdos
  • Oferecer máquinas de relevos táteis
  • Disponibilizar lupa eletrônica
  • Oferecer programas de software específicos
  • Oferecer monitores Liquid Crystal Dispray
  • Oferecer máscaras de teclado
  • Disponibilizar acervo em braile

 

  1. FUNCIONALIDADES E ANÁLISES DE REQUISITOS:

Com os recursos de uma Biblioteca Especializada, é possível  oferecer aos usuários, o serviço de empréstimos, através de controle de empréstimos e cadastro, e ainda,  instruindo o uso da biblioteca, e na localização dos livros (recursos de atendimento), mediante dados do acervo e controlado as entradas e saídas (recursos de dados), de responsabilidade do bibliotecário de atendimento, porém, casualmente do bibliotecário do setor de processamento técnico, na supervisão do bibliotecário chefe (recursos humanos). Pode-se oferecer também, serviços de reprografia, digitalização e de internet (recursos de hardware) e, inclusão social (recursos de acessibilidade), oferecendo acervo em braile, com auxílio de um profissional interprete de Libras e, ocasionalmente no uso de máscaras de teclado para inclusão digital.

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Fonte: Cantinhos dos Cadeirantes

2.1 Análise de requisitos:

2.1.1 As funcionalidades essenciais:

  • Oferecer apoio de profissionais qualificados
  • Oferecer empréstimos
  • Controlar empréstimos
  • Oferecer acervo em braile
  • Oferecer Inclusão digital

2.1.2 As funcionalidades desejáveis:

  • Oferecer internet livre
  • Oferecer máscara de teclado
  • Oferecer interprete de Libras
  • Disponibilizar equipamentos de reprografia
  • Oferecer serviços de digitalização

2.1.3  As necessidades de informatização:

  • Monitores e periféricos
  • Software de cadastros
  • Software de controles
  • Software de gerenciamento de dados
  • Modens

 

3. DIAGRAMA:

Diagrama de estudo de caso

Fonte: Autor

  • O usuário solicita empréstimo ao bibliotecário de referências. Bibliotecário de processamento técnico, ocasionalmente exerce as funções do bibliotecário de referências.
  • O usuário com deficiência interage com Interprete de libras, que ocasionalmente pode ser com os bibliotecários, orienta o uso do acervo em braile, e/ ou da máscara de teclado.
  • Com supervisão do bibliotecário chefe.

 

4 REFERÊNCIAS:

DIOGO, Fernanda da Costa e Silva. Acessibilidade em Biblioteca Universitária: análise sobre os recursos tecnológicos oferecidos pela BCE/UnB. 2014. Disponível em: <http://bdm.unb.br/bitstream/10483/10420/1/2014_FernandaDaCostaESilvaDiogo.pdf&gt;. Acesso em: 07 abr. 2016.

RAMOS, Paulo Baltazar. A gestão na organização de unidades de informação. Ci. Inf., Brasília, v. 25, n. 1,1996.

UFRGS, Bibeng Biblioteca da Escola de Engenharia. Política de atendimento ao usuário. 2014. Disponível em: <http://www.ufrgs.br/bibeng/normas-e-regulamentos/politica-de-atendimento-ao-usuario/&gt;. Acesso em: 07 abr. 2016.