Grupo 2 – Emmanuel – Líder etapa 4

Atividade 1 – SERVIÇOS INOVADORES EM PORTAIS NA WEB

sniic

SNIIC – Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais – Uma plataforma para o século XXI

É uma plataforma do governo, que funcionará como um banco de dados de bens, serviços, infraestrutura, investimentos, produção, acesso, consumo, agentes, programas, instituições e gestão cultural, bem como para dar transparência a coisa pública e estará disponível para toda a sociedade.

Da mesma forma seria utilizado a infraestrutura que a plataforma possui, dentro da unidade de informação, com um olhar educacional e cultural, no nosso caso a Biblioteca Universitária, o usuário iria interagir da mesma forma que a sociedade o faz com o SNIIC.

O usuário teria participação direta na formulação de propostas educacionais/culturais, em um modelo “open data”, utilizando padrões, protocolos de disponibilização abertos e interfaces com as mídias sociais. Ex.: um estudante que também é músico, registra seu perfil nas áreas de conhecimento que atua e quais instrumentos musicais e/ou vocal que tem habilitação, bem como sua predisposição para integrar nos diferentes projetos, quais recursos que possui, disponibilidade de tempo e espaço e, então se formaria um grande banco de dados, em rede, que contribuirá para a produção de espetáculos, gestão e difusão da própria cultural.

Os demais dados que ele informou poderão ser organizados em um formato amigável e estruturado, promovendo a disponibilização inteligente dos dados abertos e estruturados para os mais variados serviços ou projetos. Desta forma poderia ser feito um mapeamento por área de conhecimento, cultural e artística, bem como também o usuário acompanhar de maneira efetiva como são utilizados os recursos da biblioteca e da universidade em geral.

download (1)

OCLC – Online Computer Library Center – Gaimificação na Biblioteca

download

Em relatório emitido pela OCMC,  buscam tentativas de  contextualizar leis de Ranganathan com a sociedade informacional atual, não somente com o aumento de livros no acervo – é de vital importância  acompanhar o engajamento dos usuários com a unidade de informação, e a gaimificação das atividades podem auxiliar tanto a recrutar mais usuários como pode auxiliar nas métricas, nas medidas do engajamento dos mesmos.

Graças a versatilidade da gamificação, as bibliotecas podem criar jogos para trazer sua  comunidade para mais perto, com pouco investimento de recursos e tempo, utilizando  materiais que são facilmente encontrados em qualquer unidade de informação, bem como, envolver o pessoal da tecnologia da informação, professores e alunos para planejarem e construírem jogos mais elaborados,  não que seja também obrigatório a construção de artefatos tecnológicos. O essencial na gaimificação consiste em se pensar em atividades utilizando elementos dos jogos, que tragam interação, ambientação da comunidade com o espaço da unidade informacional, de maneira presencial.

gamification1                     gamificacao-educacao-ensinoip

Atividade 2 – Avaliação dos grupos

Grupo 1

 

 

Grupo 3

Grupo 4

grupo 5

Grupo 6

Referências:

Google. Imagens. Disponível em: https://www.google.com.br/webhp?sourceid=chrome-instant&rlz=1C1EJFA_enBR689BR689&ion=1&espv=2&ie=UTF-8#q=google%20imagens. Acesso em: 20.jun.2016
OCLC. Online Computer Library Center. Disponível em: https://www.oclc.org/. Acesso em: 16.jun.2016
SNIIC. Uma plataforma para o século XXI. Disponível em: http://sniic.cultura.gov.br/. Acesso em 16.jun.2016

Grupo 2 – Emmanuel

Etapa 4 – Atividade 3 – 15/06/2016

Atividade 1 – Ferramentas colaborativas

ícones 2                                                      download (3)

  1. Como integrar ferramentas colaborativas em sistemas já existentes em unidades de informação?

    A maneira em que se poderia integrar as ferramentas seria pela inclusão de links, no formato de ícones de ícones na própria página da Unidade de Informação – uso da hipermídia, multimídia, hipertextos,  no nosso caso Biblioteca Universitária, pois ela já está utilizando a Web 2.0, e lá existe a Colaboração, Coletividade, Interação, Relacionamento, Co-criação, NÓS fazemos o conteúdo – inteligência coletiva.

    ícones

Por que usar a Web 2.0 – ela possibilita a Gestão do Conteúdo, da Informação, do Conhecimento, tem facilidade de uso, pode ser personalizada, é rápida, integra outras ferramentas, tem mobilidade. O que ela pode proporcionar – inovação, auxilio na criatividade, menor custo e auxiliar na produtividade. Quais são seus tipos:

Wikis (cooperativismos, conteúdo colaborativo); 

download (1)

RSS (atualizações (RDF Site Summary ou Really Simple Syndication – os Feeds –  usuário via a Internet acompanhe os novos artigos, notícias e demais conteúdo de um site ou blog sem que precise visitar o site em si)

download

Folksonomias (recuperação e organização de conteúdo)  

folksonomia-700x200 

Mashups (website ou aplicação web que usa conteúdo mais de uma fonte na criação de um novo serviço)

images (1)

Streaming media (áudio e vídeo)

Streaming

    2. Que tipo de serviços inovadores para unidades de informação podem              ser gerados com este tipo de ferramenta?

Uso de RSS- família de vocabulários XML – que permitem a comunicação de notícias, atualizações, novas aquisições da Unidade de Informação entre sites web e outros programas, é excelente pois é dinâmico, muda ou edita nova informação com frequência. Para isso basta utilizar o site da unidade de informação, produtores de informação com RSS ou métodos de captura de notícias ou novas aquisições para RSS e o próprio site para expor estes conteúdos. É possível ler a notícia online (ex.: Google Reader, Bloglines, StartPages, Gadgets e Agregadores), por programas específicos para cada sistema operativo (ex.: NewsGator), por portais (ex.: moodle) ou acompanhando os e-mails.

feed-buttons                                                   rss-buttons

Processo da Gestão do Conhecimento – Exemplo de implementação nos wikis

download (2)

Identificação do Conhecimento –  análise da participação do usuário/colaborador, pode-se construir mapas de conhecimento e diretórios de especialistas internos e externos da universidade.

Aquisição do Conhecimento – Coletar através de fóruns, formulários e enquetes online as opiniões e sugestões de usuários novos serviços.

Desenvolvimento do Conhecimento –  Discussão sobre as rotinas, processos, ações estratégicas, desenvolvimento de novos protótipos de produtos e serviços – co-criação

Compartilhamento do Conhecimento – Compartilhar perspectivas, tendências, mercado, serviços, dividir ideias, colaborar no processo de planejamento de produtos e serviços.

Utilização do Conhecimento – Disponibilizar dicas e experiências pessoais, orientando quanto as melhores práticas, por exemplo, no uso de equipamentos ou softwares complexos.

download (1)

Referências:
RSS4library. Um blogue sobre uso de RSS em Serviços de Documentação. Disponível em: http://www.rss4lib.com/. Acesso em: 17.jun.2016.
LIBRARY SUCCESS. Um wiki sobre casos de sucesso de Web 2.0 em bibliotecas. Disponível em: http://www.libsuccess.org/index.php?title=RSS. Acesso em: 17.jun.2016.

 

Grupo 2 – Emmanuel

Etapa 4 – Atividade 2 – 08/06/2016

images (1)

Atividade 1 – Segurança da Informação 

Você sabe o que é um Cibercrime ?

Cibercrime.png

cibercrime1

FONTE: GOOGLE IMAGENS

Você sabe o que é Segurança da informação?

Segurança na informação

datauri-fil3

FONTE: GOOGLE IMAGENS

 

Atividade 2 – Biometria e Criptografia

Política de Segurança para a Biblioteca Universitária

Política de Segurança 

datauri-file

FONTE: GOOGLE IMAGENS

 

Apresentação de nossas alternativas de controles físicos e lógicos propostos:

– De que o acesso à informação seja obtido somente por pessoa devidamente autorizada (devido aos custos optamos pelo Login/senha e/ou reconhecimento biométrico das impressões digitais, devidamente coletadas no momento do cadastro), caso haja divergência em um dos casos, obrigatoriamente o usuário deverá apresentar seu documento de identidade com foto (confidencialidade);

– De que a informação seja mantida em seu estado original (integridade);

– De que todos os usuários que possuam seu credenciamento tenham acesso à informação sempre que o assim desejarem (disponibilidade);

– De que a troca de informações entre os usuários com a biblioteca, sejam devidamente preservados, evitando sua intercepção ou invasão, através do uso da criptografia, mais especificamente com o uso do PGP (Pretor Good Privacy), utilizando chaves assimétricas, bem como questões ligadas a repudiabilidade (pessoa que remeteu algo não pode se negar do envio).

– De que haverá um setor responsável pelo uso dos sistemas, manuseio, guarda de assinatura e certificados digitais.

– De que serão monitorados todos os ambientes onde houver o uso das tecnologias de informação e comunicação, na tentativa de inibir o roubo de equipamentos de hardware e software;

– De que serão gerados relatórios de todos incidentes de segurança, tais como: vírus, trojans, invasões, acessos indevidos, etc., para se trabalhar posteriormente com este material no planejamento estratégico da biblioteca;

– De que será interditado o acesso de pessoas não autorizadas em sala com as centrais de equipamentos do sistema de informação e servidores;

De que haverá uma Central de Monitoramento físico Integrado.

300

FONTE: GOOGLE IMAGENS

download.jpg   images

FONTE: GOOGLE IMAGENS

 

Referências:

BRASIL. Tribunal de Contas da União. Boas práticas em segurança da informação. 2. ed. Brasília: TCU, Secretaria de Fiscalização de Tecnologia da Informação, 2007.

BRASIL. Instrução Normativa Nº 01 DSIC/GSIPR de 13 de junho de 2008. Disciplina a Gestão da Segurança da Informação e Comunicações na Administração Pública Federal, direta e indireta. Diário oficial [da] União, Poder Executivo, Brasília, DF, 18 jun. 2008, n. 115.

BRASIL. Norma Complementar Nº 04 DSIC/GSIPR. Gestão de Risco de Segurança da Informação e Comunicações – GRSIC nos Órgãos e Entidades da Administração Pública Federal. Diário oficial [da] União, Poder Executivo, Brasília, DF, 17 ago. 2009, n. 156.

CASTELLÓ, T.; VAZ V. Tipos de Criptografia. Disponível em: <http://www.gta.ufrj.br/grad/07_1/ass-dig/TiposdeCriptografia.html&gt;. Acesso em: 10 jun. 2016.

GOOGLE. Imagens. Disponível em: https://www.google.com.br/search?. Acesso em> 10.jun.2016

KRONE, T. High Tech Crime Brief. Australian Institute of Criminology. Canberra, Australia. ISSN 1832-3413. 2005.

ROMAGNOLO, C. A. O que é Criptografia. Disponível em: <http://www.oficinadanet.com.br/artigo/443/o_que_e_criptografia&gt;. Acesso em: 10 jun. 2016.

 

 

 

 

Grupo 2 – Emmanuel

Etapa 4 –Atividade 1 – 01/06/2016

Atividade 1

Portal Informativo da Biblioteca Universitária

TOP_InfoBiblio.jpg

O PortalInfoBiblio.com é um site interativo, dinâmico e conectado com tudo o que acontece em nossa biblioteca universitária e com as questões voltadas à vida acadêmica.  Uma importante ferramenta online que dá acesso à informação, ao conhecimento e explicação de todos os serviços prestados. Neste sentido, além dos serviços costumeiramente prestados na biblioteca, serão oferecidas notícias, novidades, eventos, informações de capacitações, regulamento e novas aquisições, em forma de textos, fotos, áudio, vídeo e integração do portal com o Facebook, Twitter e o Linkedin. Neste espaço, com apenas um login (cadastro do usuário), o usuário poderá conhecer os ícones disponíveis no portal e acompanhar muitas de suas solicitações de forma dinâmica e online. Acompanhem nossas edições, suas críticas e/ou sugestões serão sempre bem-vindas, até mesmo na estrutura que ora oferecemos. Juntos, construiremos um espaço mais democrático e agradável.

infobiblio

Elaborado pelo autor

 

Atividade 2

Softwares Biblioteca

MINIBIBLIO: versátil (possibilidade configuração funcional e visual), possível gerenciar e cadastrar livros, vídeos, revistas, manuais, etc., controle de empréstimo, emissão de etiquetas e cadastro de usuários.

minibiblios

Fonte Google imagens

BOOKDB2: no sistema é possível adicionar usuários, emprestar livros, adicionar cópias. Apropriado para uma biblioteca particular, de pequeno porte. Tentei usar a função impressão e apresentou erro de execução.

bookdb2

Fonte Google imagens

BIBLIOTECA FÁCIL: Com manual, cadastra usuários, autores, editores, gerencia empréstimos, devoluções e usuários, emite relatórios acervo e movimentação das obras, imprime etiquetas e carteiras de leitor. 

 

biblioteca fácil

Fonte Google imagens

BIBLIOEXPRESS: Para bibliotecas pequenas, médias ou pessoais,  com empréstimo, reserva, estatísticas, cadastra todos tipos de materiais, funcionalidade exige conhecimento da língua inglesa,  interface difícil.

Biblio_Express2

Fonte Google imagens

Escreva uma lista com 20 razões  pela qual um cliente deveria comprá-lo

datauri-file.png

Produzido pelo autor

 

minibiblio

Fonte Google imagens

 

biblioteca fácil

Produzido pelo autor

 

biblifácil

Fonte Google imagens

Escreva uma lista com 20 razões  pela qual um cliente não deveria comprá-lo

 

Biexpress

Produzido pelo autor

 

 

biblioexpress

Fonte Google imagens

bookdb1

Produzido pelo autor

 

bookdb

Fonte Google imagens

 

Referências

GOOGLE. Imagens. Disponível em: https://www.google.com.br/webhp?sourceid=chrome-instant&ion=1&espv=2&ie=UTF-8#q=google%20imagens. Acesso em: 01.jun.2016.

BRASIL. Senado Federal. Análise de software para biblioteca. Disponível em:  http://www2.senado.leg.br/bdsf/item/id/161502. Acesso em 01.jun.2016.

 

 

 

 

 

Grupo 2 – Emmanuel

Etapa 3 – Atividade 3 – de  25/05/2016

Biblioteca-887x522

Atividade 1

Exemplos de políticas que a U.I. deveria implementar:

  1. Desenvolvimento de coleções – principalmente para definição do repositório de acesso livre institucional – criação de variadas comunidades de acordo com disciplinas ministradas e outras subcomunidades delas derivadas – controle dos temas, objetos e qualidade dos conteúdos, (hoje em dia têm conteúdos multi e interdisciplinares, como é feito em muitas bibliotecas universitárias, com as devidas normas explicitadas);

    questes-chave-para-o-desenvolvimento-de-colees-de-recursos-eletrnicos-um-guia-para-bibliotecas-5-638

  2. Licenciamento e direitos autorais, tanto para aquisição de conteúdos (autores terem direitos adquiridos na distribuição e preservação dos conteúdos armazenados – todo conteúdo ou só os metadados?), quanto na distribuição para o usuário – acesso aberto com preservação dos direitos autorais – O que pode ser digitalizado? O que é ou não de domínio público? Quem pode? Como pode?  Que materiais?  Tem direito à downloads? Por quanto tempo é autorizado? Autorização da editora, caso o autor ter transferido o direito de copyright? – tudo se levando em conta a questão de justiça social – livre acesso à informação;

    images

  3. Organismos de segurança, ex. identificação e autenticação do usuário (caso hipotético de Biblioteca Universitária – usar a matrícula como é feito na BU/UFSC);

    images (1)

  4. Depósito e acesso de TCC, Dissertações, Teses e outros materiais do processo de ensino e aprendizagem – criando um processo de licenciamento dos conteúdos produzidos na universidade – de acordo com as normas e leis vigentes;

    download

  5. Empregar software livre na biblioteca;

    imagesdownload

  6. Tipos e formatos de arquivos (ex. doc, docx, pdf, pdfA, jpeg, png, html, xml etc.…), admitidos pelo sistema informacional, levando-se em conta a preservação de materiais digitais – migração daqueles formatos que não se utilizam mais para um novo formato para não se perder a informação;

    formatos-archivo

  7. Privacidade para todos os dados dos usuários do sistema da biblioteca;

    nove-de-dez-sites-liberam-dados-de-usuarios-para-terceiros--665411802

  8. Divulgação, compartilhamento e disseminação dos aspectos legais da propriedade intelectual na WEB e dos direitos autorais dentro do site, portal, redes sociais, etc…

    images (2)

  9. Capacitação de bibliotecários e demais envolvidos na criação e disseminação de conteúdos digitais;

    lerincluirtransformar_2

  10. Planejamento deve estar intrinsicamente alinhado às tecnologias da informação, aos sistemas de informação, a infraestrutura e principalmente com as pessoas.

    site_blog

Atividade 2

BIBLIVRE

O software é intuitivo, de fácil manejo, funcional, têm interface com usuário respeitando as hierarquias e convenções. Testei várias tarefas não encontrando problemas de execução. Existem explicações que facilitam a funcionalidade. Excelente navegabilidade.

bibilivre

PHL

Não é atrativo, porém é funcional. Tudo certo  na importação de arquivos da Library of Congress pelo Marc, bem como no cadastro de usuários e reserva de alguns itens registrados. O usuário deve ter um conhecimento prévio, pois não existem muitas explicações. Fazer melhorias no  layout.

122-triagem-clientes-phl

Atividade 3

Diagrama de Atividades no Biblilivre

 

 

Diagrama Atividades Bibilivre

Elaborado pelo autor

Referências:

Fonte de todas as imagens GOOGLE https://www.google.com.br/imagens

BIBLIVRE IV. Versão 4.1.11. [S.l.], 2014. Disponível em: <http://localhost/Biblivre4/l>. Acesso em: 28.maio 2016.

PHL. Versão 8.3. [S.l.], 2016. Disponível em: <http://127.0.0.1:2185/cgi-bin/wxis.exe?IsisScript=phl83.xis&cipar=phl83.cip&lang=por>. Acesso em: 28.maio 2016.

Sistema de Bibliotecas e Informação da UFRJ.  Disponível em http://www.sibi.ufrj.br/sobre-o-sibi.htm. Acesso em: 28.maio.2016.

 

Grupo 2 – Emmanuel

Etapa 3 – Atividade 2      

uml-diagrama-de-atividades-1-728

 

Software / Aplicações

Tarefa: Cadastrar Livro Adquirido no Sistema Pergamum

images

Subtarefas:

  1. Verificar especificações técnicas materiais  livro
  2. Verificar Requisições  Compra
  3. Receber Livro Fornecedor
  4. Conferir Livro Pedido
  5. Conferir Livro  Nota Fiscal
  6. Verificar se não tem erro impressão
  7. Verificar se não tem páginas em branco
  8. Verificar se tem todas páginas numeradas da impressão
  9. Carimbar Livro
  10. Colocar placa  patrimônio
  11. Registrar no pergamum número  ISBN
  12. Imprimir Etiqueta
  13. Colar Código  Barra
  14. Colar anti-furto

 

Hardware / Equipamentos

Tarefa: Conectar um PC para comunicação em série com vários aparatos eletrônicos

computer-processor-technology_103278701

 

Subtarefas:

  1. Ligar cabo entre a CPU e  Mouse
  2. Conectar  cabo do Teclado com  CPU
  3. Ligar  cabos da CPU e  Moden
  4. Conectar Scanner com  CPU
  5. Fixar cabo da Impressora na CPU
  6. Instalar  cabo da Webcan na CPU
  7. Conectar  cabo entre  CPU e  periférico MP3
  8. Ligar cabos entre  CPU e  Toten  autoatendimento
  9. Verificar se  equipamentos estão ligados
  10. Ligar Power
  11. Começar  utilizar sistema para comunicação em série

 

 

Dados / Armazenamento

Tarefa: Utilizar Nuvem

download

Subtarefas:

  1. Fazer login no servidor
  2. Digitar nome usuário
  3. Digitar Senha do usuário
  4. Escolher arquivo no computador que quer armazenar
  5. Criar pasta para separar os tipos de arquivos
  6. Abrir pasta
  7. Arrastar  arquivo selecionado para  pasta
  8. Verificar se arquivo ficou armazenado 
  9. Selecionar  ícone compartilhar para enviar  arquivo 
  10. Receber aviso de que arquivo foi compartilhado

 

Recursos Humanos / Atores

Tarefa: Bibliotecário Atender Usuário no Setor de Atendimento de Referência

o-servio-de-pesquisa-bibliogrfica-oferecido-pela-biblioteca-de-cincias-jurdicas-do-sistema-de-bibliotecas-sibi-da-universidade-federal-do-paran-ufpr-9-638

Subtarefas:

  1. Cumprimentar  usuário
  2. Verificar sua necessidade informacional
  3. Pesquisar Sistema Pergamum sobre  conteúdo, verificar onde pode ser encontrado
  4. Acompanhar  usuário até estantes em que estão os materiais
  5. Separar materiais para o usuário
  6. Informar que  material deverá ser consultado  e  não poderá ser emprestado
  7. Informar de deixar  material em cima da mesa, não colocar novamente na estante
  8. Mostrar o scanner para enviar as informações digitalizadas 
  9. Perguntar se  necessita de mais alguma informação
  10. Despedir-se 
  11. Novo atendimento

Atendimento / Interface com o Usuário

Tarefa: Acessar ao “Meu Pergamum” para registrar o perfil de usuário

MeuPergamum

Subtarefas:

  1. Acessar  Meu Pergamum  login  – número  matrícula e senha
  2. Acessar aos “Serviços”
  3. Dentro dos Serviços acessar “Dados Pessoais”
  4. Preencher os Campos dos Dados Pessoais
  5. Digitar nome Rua, Número,  Complemento se houver e nome Bairro, Telefone, CEP, Cidade, selecionar  UF, selecionar estado civil, selecionar  sexo, digitar data nascimento, selecionar  Nacionalidade, digitar  RG, digitar  CPF, digitar  email, clicar se quer receber email ou não.
  6. Salvar  dados
  7. Confirmar recebimento da mensagem “Os dados foram gravados com sucesso!”
  8. Adicionar uma fotografia ao perfil
  9. Selecionar  fotografia e salvar
  10. Clicar na casinha e voltar  tela inicial para começar a utilizar  sistema “Meu Pergamum”

 

Acessibilidade

Tarefa: Permitir o acesso as informações

selo_acesso_horizontal_jpg         openaccessweek6

Subtarefas:

  1. Fazer longin com numero matricula/senha
  2. Acessar bases de dados “Acesso Livre” por ordem alfabética
  3. Selecionar base escolhida
  4. Pesquisar conteúdo interessado na base em pesquisa avançada 
  5. Verificar resumo artigo
  6. Haver interesse
  7. Fazer o PDF texto total
  8. Salvar o material em arquivo pessoal
  9. Fazer nova pesquisa em outra base “Open Acess”
  10. Fazer download material selecionado

 

Escolha uma das tarefas produzidas na Atividade 1 e mostre o fluxo interno de suas subtarefas por meio de um Diagrama de Atividades.

 

link para ver melhor

Para ver melhor clique aqui

 

Diagrama de Atividades

 

Grupo 2 – Emmanuel

Etapa 3 – Atividade 1– Planejamento de Testes de Usabilidade

images (2)

Escolher 5 funcionalidades

Gerenciar Relatórios Internos de Funcionamento

Adquirir Obra

Cadastrar Obra no Acervo

Catalogar Obra

Emprestar Ítem

Planeje  teste de usabilidade

O propósito do teste

Fazer  avaliação no sistema Pergamun do processamento de itens colocados no acervo (livros), desde a sua indicação, aquisição, cadastro,  seu processamento técnico até a recuperação da informação pelo usuário, dentro de uma Biblioteca Universitária.

 

pergamum-new

A equipe interna envolvida

01 Bibliotecário moderador

01 Bibliotecário observador

01 Bibliotecário do Processamento Técnico observador

01 Técnico TI Observador

 

p_usabilidade2

 

Configuração do ambiente  teste

Imagem 1

Imagem 2

Usuário Selecionado

Bibliotecário Usuárioconhecimento e experiência prévia, capacidade de verbalizar o que está fazendo.

Critérios e métricas

Teste de verificação/certificação  e performance do software Pergamum, com o intuito de verificar se o software satisfaz os objetivos desejados, bem como se possui os padrões de usabilidade especificados no início do projeto desde a entrada no software até a recuperação da informação pelo usuário. Efetuado através de formulário com perguntas para respostas Sim ou Não.

Operacionalidade: se o bibliotecário começou e terminou a tarefa estipulada? se houveram erros?, se necessitou ajuda?, soube operacionalizar o software?;

Interatividade: as interfaces são leves e intuitivas?;

Funcionalidade: evita acesso não autorizado?, mostra progresso das operações?, tem hierarquias claras?, conseguiu finalizar a tarefa?, quanto tempo demorou para a tarefa? satisfaz às necessidades?

Eficiência: velocidade com que executa as operações?

Confiabilidade: é livre de falhas?

Número de Passos:  o usuário conseguiu seguir os passos sugeridos pelo material do teste adequadamente?

Número de Acessos: conforme roteiro elaborado pelo moderador o usuário fez “n” acessos ao software?, foi verificado se todas estas “n” vezes houve conformidade?

Satisfação subjetiva: verificada pela observação da gravação do teste, bem como pela observação direta do moderador e observadores de determinadas reações e comportamentos do usuário participante

curso-usabilidade

As funcionalidades escolhidas e como elas deverão ser executadas no sistema

Sem título

sala de testes

 

As etapas detalhadas do teste

Antes do teste: Elaborar roteiro, imprimir, fazer fichas individuais de tarefas compreendendo as 05 funcionalidades estipuladas no início do projeto para o usuário, verificar materiais para observadores e moderador, verificar ambiente físico e equipamentos e planejar o teste piloto verificando um tempo ideal para cada sessão e estipular na ficha da tarefa, bem como para solicitações de dúvidas eventuais e erros.

Ao início da tarefa deve fazer orientações ao usuário, deixá-lo à vontade, não induzir e interferir na tarefa. Indicar as câmeras, microfone, pedir para assinar termo de consentimento.

Durante a tarefa deve verificar e apontar as reações do usuário. Verificar se as tarefas foram compreendidas. Os observadores devem se posicionar de forma a ver a projeção da tela do usuário, evitando comentários e conversas.

Para cada tarefa específica deverá ser entregue a ficha individual da tarefa com o passo-a-passo indicativo de acordo com as funcionalidades escolhidas para serem executadas no sistema, dar início à cronometragem, acompanhar o teste colhendo as impressões e quando o usuário disser que finalizou parar o cronômetro, encerrar a atividade e, assim por diante preparar nova sessão até todas atividades serem executadas.

Agradecer a participação do usuário e dispensá-lo.

Facebook