Grupo 6 – Ana Paula

Este post refere-se a atividade 3 da etapa 4 do dia 15/06/2016

Ferramentas-colaborativas-1

Fonte: http://www.luhguedes.com/ferramentas-de-colaboracao-para-melhorar-o-seu-conteudo/

Poderíamos integrar em uma Unidade de Informação, uma das ferramentas colaborativas mais utilizadas atualmente, as redes sociais, que se transformaram em um dos mais importantes canais de contato entre o público e a unidade de informação. Os principais objetivos das ferramentas colaborativas dentro de uma U.I. são os seguintes:

  • Rapidez de atualização de conhecimentos para os usuários;
  • Ampliação do diálogo e intercâmbio de informações úteis à U.I.;
  • Motivação dos usuários para conhecer ou continuar frequentando a U.I.;
  • Melhorias na satisfação dos usuários à partir da troca de experiência entre pessoas de diferentes localidades.

Vamos pegar o exemplo da Biblioteca Nacional, onde as ferramentas colaborativas, além de viabilizarem a divulgação de mensagens informativas sobre a BN para um público amplo, a presença desta no Facebook e no Twitter também funciona como canal de feedback, permitindo que os internautas façam perguntas e tirem suas dúvidas diretamente.

-biblioteca-nacional-

Fonte: https://www.bn.br/noticia/2015/07/biblioteca-nacional-alcanca-170-mil-seguidores-facebook

A FBN também se destaca no Twitter e no Blog, com mais de 92 mil seguidores, além das publicações regulares no site oficial que alcança milhares de leitores no Brasil e no exterior. A presença da FBN na internet é reforçada com a disponibilização de mais de 1,4 milhões de documentos, fotos, obras e mapas digitalizados e acessíveis na BNDigital.

Serviços inovadores para Unidades de Informação

INOVACAO

Fonte: http://www.pragmatismopolitico.com.br/2016/03/qual-e-o-problema-das-redes-sociais.html

As ferramentas colaborativas, surgem como um ambiente em que a cooperação e a participação dos seus usuários são um fenômeno social, onde os seus participantes produzem e distribuem conteúdo com base em uma cultura de comunicação aberta. Baseando-se nesta premissa, escolhemos as Wikis para realizarmos os serviços inovadores na U.I., onde as Wikis são páginas da Web nas quais os próprios usuários constroem o conteúdo, sendo assim uma espécie de enciclopédia livre, em que qualquer pessoa pode publicar, modificar e melhorar seu conteúdo.

what-we-do-icon

Fonte: http://www.pcformat.com.br

O nome fictício seria WikiBiblio, a ferramenta estaria ligada diretamente à U.I., onde sua principal função seria o compartilhamento de referências de materiais encontrados na U.I. pelos próprios usuários, funcionando da seguinte forma:

  1. O usuário encontra o material que procura;
  2. Ele julga necessário compartilhar o que encontrou;
  3. Entra no sistema da U.I. que é vinculado ao WikiBiblio;
  4. Compartilha no WibiBiblio a referência do material;
  5. Coloca a imagem do documento para facilitar à outros usuários;
  6. O usuário que irá gerenciar os comentários da postagem.

A WikiBiblio seria uma ótima ferramenta para as bibliotecas em geral, e ainda mais utilizada no ambiente acadêmico, pois quando os usuários de uma sala de aula estão pesquisando sobre algum trabalho que precisam fazer, e um deles encontra o material que será necessário para a pesquisa, este pode compartilhá-lo no WikiBiblio, e assim facilitaria para os outros acadêmicos também à encontrar o que procuram.

Referências

FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. Biblioteca Nacional alcança 170 mil seguidores no Facebook. Disponível em: <https://www.bn.br/noticia/2015/07/biblioteca-nacional-alcanca-170-mil-seguidores-facebook>. Acesso em: 20 jun. 2016.

ROSA, Raphael. Entenda o que são as ferramentas colaborativas e por que sua empresa precisa delas. Disponível em: <http://blog.algartelecom.com.br/inovacao/entenda-o-que-sao-as-ferramentas-colaborativas-e-por-que-sua-empresa-precisa-delas/>. Acesso em: 20 jun. 2016.

Grupo 6 – Ana Paula

Este post refere-se a atividade 2 da etapa 4 do dia 08/06/2016

 

Crimes Cibernéticos: precisamos falar sobre isso!

     Sabemos que, o mundo está cada vez mais conectado, e atualmente, todo mundo faz uso de alguma ferramenta da internet, seja para acessar redes sociais, ou para transações bancárias, compras online, entre outros. Com este crescente número de usuários web, há cada vez mais pessoas mal intencionadas tentando tirar proveito de várias situações na internet.

crime

Fonte: ivypondderand.wix.com

     Os meios mais comuns dos crimes cibernéticos são através do phishing (mensagens falsas com links fraudulentos), spam (mensagens enviadas sem o consentimento do usuário) e malwares (softwares maliciosos instalados sem permissão do usuário). São cada vez mais comuns porque as pessoas cultivam a sensação de que o ambiente virtual é uma terra sem leis, onde a falta de denúncias incentiva o crescimento destes casos.

CHARGE

Fonte: blog.chicomaia.com.br

    O fato é que qualquer um pode ser alvo de um crime cibernético, mas há alguns cuidados que deve-se ter quando estamos utilizando recursos da internet. Não abrir e-mails duvidosos, não enviar dados sigilosos à sites não-confiáveis, e conversar online com pessoas que realmente conhecemos, são algumas das medidas que podemos adotar para que diminuam as ocorrências destes crimes.

Sistemas Biométricos e Criptografia da Informação:

 biometria

Fonte: http://www.tre-sc.jus.br/site/imprensa/noticia/arquivo/2014/outubro/artigos/biometria-e-jc-connect-recebem-avaliacao-positiva-do-tre-catarinense/index.html

   Um sistema biométrico reconhece padrões distintivos de uma pessoa, armazenando as informações para futura comparação, dentre estes existem os sistemas biométricos fisiológicos relacionados com a forma do corpo humano, como impressão digital, e os sistemas biométricos comportamentais, que são reconhecimento de assinatura e voz.

  Apesar das novas tecnologias disponíveis, o controle de acesso e identificação possuem vulnerabilidade na sua utilização, sendo necessárias ações para o controle e armazenamento das informações sigilosas. Dentre as tecnologias, existe a criptografia que é a ciência de desenvolver e quebrar tais cifras, que hoje é automatizada. Há dois tipos de criptografia: a simétrica e a assimétrica. Na criptografia simétrica, onde o remetente e o destinatário usam a mesma chave.

chave simetrica

Fonte: http://www.bpiropo.com.br/fpc20071203.htm

  Já a criptografia assimétrica, utiliza uma chave (pública) para encriptar e outra (privada), para desincriptar. Podemos dizer que, ao invés de compartilhar uma chave secreta, utiliza-se duas chaves matematicamente relacionadas.

chave assimetric

Fonte: http://www.linuxdescomplicado.com.br/2011/06/saiba-como-criar-sua-chave-publica-e.html

   A criptografia assimétrica é usado com maior frequência, pois é mais viável tecnicamente, pois não sabemos previamente onde serão enviados os dados. E se fosse utilizada a criptografia simétrica, haveriam alguns problemas, pois para distribuir a chave para todos os usuários autorizados aconteceriam atrasos, e a chave poderia chegar à pessoas não autorizadas.

Políticas para proteção da U.I.

download

Fonte: http://biblioo.info/informacao-de-usuarios/

  • Somente técnicos autorizados a acessar os ambientes do sistema que possam ser alterados;
  • O acesso à recursos críticos precisa de monitoramento e restrito a poucas pessoas;
  • Apenas podem acessar as informações usuários autorizados, e só têm acesso à recursos restritos;
  • O usuário deverá ter consciência dos privilégios concedidos somente à ele, e quais pode acessar;
  • É necessário que os usuários tenham acesso apenas aos recursos realmente necessários para a execução de suas tarefas;
  • Deve-se ter precaução com dispositivos de entrada, estes devem ser escaneados para não contaminar os equipamentos;
  • A U.I. precisa obter alguns programas de proteção em seus equipamentos, como o antivírus.

 

Referências

BRASIL. TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO. Boas práticas em segurança da informação. 2. ed. Brasília: TCU, 2007.

LIONÇO, Cláudia. Micreiros.com, Tecnologia da Informação. Sistemas de Controle de Acesso e Identificação. Disponível em: <http://micreiros.com/sistemas-de-controle-de-acesso-e-identificacao/>. Acesso em: 13 jun. 2016.

POZZEBON, Rafaela. Oficina da Net, Artigos, Segurança. Quais são os crimes virtuais mais comuns? Disponível em: <https://www.oficinadanet.com.br/post/14450-quais-os-crimes-virtuais-mais-comuns>. Acesso em: 13 jun. 2016.

YOSHIDA, Elias Yoshiaki. MAC 339: Informação, Comunicação e a Sociedade do Conhecimento. Segurança, Criptografia, Privacidade e Anonimato Fase 2.  Disponível em: <https://www.ime.usp.br/~is/ddt/mac339/projetos/2001/demais/elias/>. Acesso em: 13 jun. 2016.

Grupo 6 – Ana Paula

Este post refere-se a etapa 4 da atividade 1 do dia 01/06/2016

 

Portal Web de U.I.

 portais

Fonte: http://www.pontoweb.pt/portais.html

 

Portais são as páginas na internet que servem como ponto de acesso direto a um conjunto de serviços e informações. Em um portal ideal para uma Unidade de Informação, permite que o usuário encontre as informações de forma rápida e prática, deve apresentar as suas funções na página inicial, onde os ícones estejam a vista do usuário, e que sejam autoexplicativos. O portal precisa ser dinâmico, ter boas fontes e cores, também precisa de atualizações esporadicamente. As informações precisam ser conexas e estar bem dispostas no portal, que sejam claras e objetivas, e que tenham relevância aos usuários.

Softwares de Bibliotecas

 

 livros soft

Automação de bibliotecas

 

Sobre os softwares:

 

O MiniBiblio possui uma interface clara e objetiva, onde seus ícones são identificados por desenhos, tornando fácil e prática as suas funções, também possui especificidades para cada tipo de material, demonstrando a capacidade de gerenciar informações de forma organizada.

O Biblioteca Fácil possui uma interface intuitiva, seus ícones são bem dispostos e organizados, seu layout é simples e fácil de compreender, nos familiarizamos rapidamente por sua interface eficiente, permite emitir relatórios e impressão de etiquetas, também possui manual ilustrado.

 

O BookDB é fácil de ser instalado, mais seus ícones e estrutura deveriam ser melhor organizados e ter uma linguagem mais direta, alguns ícones são bem confusos, não são muito claras as funções das ferramentas, e as funções que deveriam estar em evidência não estão.

 

O Biblio Express é difícil de ser instalado, não possui uma interface intuitiva, por se tratar de um software em inglês, torna-se complicado entender e utilizar as ferramentas, parece ser um sistema antigo que não possui muitas atualizações.

 

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Fonte: pt.dreamstime.com

 

Razões para não comprá-los

mini

facil

Razões para não comprá-los

BOOK

express

Grupo 6 – Ana Paula

Este post refere-se a atividade 3 da etapa 3 do dia 25/05/2016

 

Direitos autorais e propriedade intelectual na Web e Unidades de Informação

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Fonte: http://www.opera10.com.br/2015/04/redacao-proposta-2015-19-acesso.html

Baseando-se em um pressuposto equivocado a respeito da natureza humana, acreditamos que a informação estará sempre disponível para todos na Internet, em qualquer lugar, a qualquer momento. Mas, esquecemos de que nada é inteiramente livre, tanto na internet, quanto fora dela também, há a questão dos direitos autorais que devem ser respeitados. Precisa-se resolver o que pode ser digitalizado, ou copiado, sendo materiais de domínio público ou não, e quem pode ter acesso a estes.

O problema de conciliar interesses conflitantes de propriedade intelectual com o acesso livre e igual, restringe a consulta de materiais produzidos. A biblioteca, seria então a única que poderia disponibilizar livremente os materiais com direitos reservados, onde os leitores podem consultar livremente, e sem custo algum estes documentos. Mas, não há como ter um controle sobre o que o usuário fará com a obra depois que leva da biblioteca, esta pode não disponibilizar máquinas de reprografia, ou digitalização, para dificultar o descumprimento da lei, entretanto depois que o material sai da biblioteca torna-se responsabilidade do usuário.

Portanto, a Unidade de Informação deve apresentar políticas de conscientização para os usuários aterem-se à este assunto, pois na maioria das vezes em que acontece o desrespeito à lei dos direitos autorais, ou o usuário não tinha conhecimento de que o que está praticando pode ser crime, ou sabe que é errado mas mesmo assim o faz, acreditando que ninguém ficará ciente, e que estará protegido pois se todo mundo faz isso porque ele não pode. Faz-se necessário a educação do usuário, quanto à esse aspecto, espalhar cartazes na U.I. explicando o que são os direitos autorais e porque devem ser respeitados seria uma saída, também pode-se promover palestras e debates sobre o assunto.

Instalação e avaliação dos softwares:

 

logo_biblivre x phl

 

Relatório de tarefas do BIBLIVRE:

Possui boa interface e navegabilidade, os termos são autoexplicativos, há resposta imediata das ações, as informações são encontradas de forma fácil, possui exemplos e em cada página as ações são explicadas passo a passo, as abas são bem distribuídas e organizadas, um diferencial é a opção de importação direto das bibliotecas.

 

Relatório de tarefas do PHL:

A interface é bem simples, há dificuldade em encontrar o ícone que precisamos, não possui termos autoexplicativos, apesar da interface simples é possível fazer a importação de dados de forma satisfatória, porém as ações precisam ser testadas para saber quais suas atribuições.

Diagrama de atividades

Cadastrar obra – BIBLIVRE

 

trabalho 3

 Melhor visualização

 

Referências

MARTINS, Estéfani. Opera10 revolucione-se. Acesso em: <http://www.opera10.com.br/2015/04/redacao-proposta-2015-19-acesso.html>. Acesso em: 29 maio. 2016.

NACIONAL, Sociedade dos Amigos da Biblioteca. Biblivre. 2016. Disponível em: <http://biblivre.hemominas.mg.gov.br/Biblivre4/>. Acesso em: 29 maio. 2016.

OLIVEIRA, Elysio Mira Soares de. PHL: Personal Home Library. 2016. Disponível em: <http://www.elysio.com.br>. Acesso em: 29 maio. 2016.

TARAPANOFF, K.; ARAÚJO Jr., R. H. de; CORMIER, P. M. J. Sociedade da informação e inteligência em unidades de informação. Revista Ciência da Informação, v. 29, n. 3, p. 93, set./dez. 2000. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ci/v29n3/a09v29n3.pdf>. Acesso em: 29 maio. 2016.

Grupo 6 – Ana Paula – Líder 3ª Etapa

Referente ao Projeto de Informatização – Etapa 3 – Relatório do Líder

Modelagem de setores e subsetores informacionais

contacao-de-historias-3-pq

Fonte: https://www.sesc-rs.com.br/unidade/unidadenoticia.php?id=2845#.V0pQnvkrJkg

 

Brinquedoteca e hora do conto:

Espaço da biblioteca onde é realizado a contação de histórias e disponibiliza brinquedos para os usuários.

Modelo Sistemas-Subsistemas – Brinquedoteca

subsistemas

 

Diagrama de casos de uso

 cantinho da leitura

Fonte: http://www.itanhaem.sp.gov.br/noticias/2012/junho/lar_espirita_crianca_jose_anchieta_atua_ha_mais_30anos_oasis.html

Atores:

  1. Contador de histórias
  2. Usuário
  3. Atendente
  4. Auxiliar de biblioteca
  5. Bibliotecário

Funcionalidades essenciais:

  1. Contar histórias
  2. Disponibilizar brinquedos
  3. Interagir com os usuários
  4. Emprestar livros
  5. Auxiliar na leitura

Funcionalidades desejáveis:

  1. Disponibilizar fantasias
  2. Disponibilizar jogos eletrônicos
  3. Emprestar brinquedos
  4. Emprestar jogos eletrônicos
  5. Disponibilizar livros interativos

 

diagrama de casos de uso 3

 

Diagrama de casos de uso

Diagrama de atividades

 brinquedoteca.jpg

Fonte: https://sustentabiliarte.wordpress.com/2013/09/16/brinquedoteca-e-sua-historia/ 

Atividade: Emprestar livros

 

diagrama de atividades 3 

 Diagrama de atividades

Na primeira atividade, fizemos um planejamento de testes de usabilidade, que teve como suporte o material do moodle da disciplina: critérios IBICT para avaliação de software, e método para escolha de software, e escolhemos 5 das funcionalidades dentre as sugeridas para medir a usabilidade destas. Assim, discutimos de que forma poderia ser feito esta atividade, e quais seriam as funcionalidades que melhor se adequariam ao teste de usabilidade escolhido.

As discussões, dúvidas e sugestões foram realizadas via trocas de e-mails, porém nesta atividade não tivemos muitas dificuldades, pois os materiais de apoio conseguiram suprir nossas dúvidas, assim como, a atividade anterior nos ajudou também a entendermos o teste de usabilidade. Assim, chegamos numa definição sobre os assuntos citados, porém, com alguns apontamentos pessoais em cada postagem. E, unanimemente tivemos dificuldades para deixar a postagem no número de palavras previamente exigido.

Na segunda atividade, o grupo teve mais dificuldade para produzir o texto para postagem, pois, tínhamos que identificar as atividades e subtarefas, relacionadas à uma U.I., onde para cada uma das dimensões, que tínhamos feito em outras atividades, dividindo-as em 10 subtarefas sequenciais. No primeiro momento, houve uma facilidade para apontar algumas atividades, entretanto, para identificar as subtarefas sequencialmente, tivemos mais dificuldades.

Nesta atividade ainda, escolhemos uma das tarefas relacionadas à U.I., e mostramos o fluxo interno de suas subtarefas, para fazer a modelagem do diagrama de atividades. Em nossa maioria, escolhemos as atividades realizadas pelo software para elencarmos as subtarefas, e tivemos algumas dificuldades para realizar o diagrama. No entanto, acabamos entendendo a atividade e definindo como deveria ser feito.

Na atividade 3, tivemos que escolher um dos setores sugeridos para representar seus subsistemas, que foi unanime a escolha da Brinquedoteca e Hora do Conto, onde cada um contribuiu para o trabalho. Primeiro, a Daiana fez a modelagem sistema e subsistemas, também definiu atores, funcionalidades essenciais e desejáveis, juntamente com a Ana Carolina, em seguida o Genilson fez o diagrama de caso de uso contendo as funcionalidades, e por fim, eu (Ana Paula) fiz o diagrama de atividades ao qual escolhemos em conjunto (Emprestar livros).

Acredito, quanto a integração e comunicação do grupo já melhoramos bastante, estamos conseguindo definir e dividir as tarefas em conjunto, sempre respeitando a opinião de cada um.

Referências

Blog Sustentabiliarte, Brinquedoteca e sua história, Associação Brasileira de Brinquedotecas. Disponível em: <https://sustentabiliarte.wordpress.com/2013/09/16/brinquedoteca-e-sua-historia/&gt;. Acesso em: 27 maio. 2016.

Prefeitura de Itanhaém. Departamento de Comunicação Social. Disponível em: <http://www.itanhaem.sp.gov.br/noticias/2012/junho/lar_espirita_crianca_jose_anchieta_atua_ha_mais_30anos_oasis.html>. Acesso em: 27 maio. 2016.

SESC, Rio Grande do Sul. Projeto Contação de Histórias é desenvolvido na Biblioteca Sesc Passo Fundo.  Disponível em: <https://www.sesc-rs.com.br/unidade/unidadenoticia.php?id=2845#.V0pQnvkrJkg>. Acesso em: 27 maio. 2016.

Grupo 6 – Ana Paula

Este post refere-se a Atividade do dia 18/05/2016

Atividade 1

  • Software / Aplicações

catalogacao-formas-de-representacao-e-construcoes-mentais

Fonte: http://fabricioassumpcao.com/2014/02/catalogacao-formas-de-representacao-e-construcoes-mentais.html/catalogacao-formas-de-representacao-e-construcoes-mentais

 

Cadastrar obra no acervo:

  • Verificar necessidade de aquisição da obra
  • Selecionar obra para cadastro no acervo
  • Analisar conteúdo do documento
  • Consultar fontes de referência
  • Consultar índices e tabelas do sistema de classificação da U.I.
  • Informar responsabilidade da obra, juntamente com a notação do autor
  • Indexar a obra, determinando as entradas de assunto
  • Estabelecer índices de assunto
  • Catalogar a obra, registrar e descrever o documento
  • Disponibilizar obra no acervo

 

  • Hardware / Equipamentos

scanner

Fonte: http://www.dualpixel.com.br/labs/czur-aparelho-tipo-scanner-facilita-a-digitalizacao-e-a-criacao-de-biblioteca-digital

 

Disponibilizar aparelhos de digitalização:

  • Procurar obra que o usuário precisa
  • Entregar obra ao usuário
  • Informar ao usuário como utilizar o scanner
  • Auxiliar o usuário na digitalização dos documentos
  • Utilizar o scanner para digitalização
  • Colocar os documentos corretamente no scanner
  • Escanear documentos
  • Conferir itens escaneados
  • Enviar documentos escaneados para email ou nuvem
  • Finalizar o envio dos documentos

 

  • Dados / Armazenamento

doacao_livros

Fonte: http://www.escoladeescolas.com.br/doacao-de-livros-para-bibliotecas/

Controlar as doações:

  • Elaborar política de aquisição da U.I.
  • Analisar obras que são doadas
  • Visar manutenção do espaço
  • Decidir se obras serão incorporadas no acervo
  • Verificar material que será descartado
  • Separar obras que podem ser enviadas à outra U.I.
  • Enviar material que será restaurado
  • Adquirir obras doadas
  • Elaborar listas de doações
  • Incorporar obras no acervo

 

  • Recursos Humanos / Atores

RH

Fonte: https://ccbela.wordpress.com/

 

Processar tecnicamente obras:

  • Escolher classificação permitindo maior eficácia
  • Definir o instrumento mais adequado para controle da linguagem
  • Estabelecer regras para padronizar a catalogação
  • Analisar catalogação do documento
  • Avaliar temática do documento
  • Informar fontes de informação utilizadas
  • Fazer catalogação do documento
  • Incluir documento no sistema
  • Atribuir número de registro ao documento
  • Verificar a recuperação da informação

 

  • Atendimento / Interface com o Usuário

usuario

Fonte: http://muralinterativodobibliotecario.blogspot.com.br/2015/09/usuario-de-biblioteca-ou-avatar.html

 

Auxiliar usuário para encontrar a informação:

  • Perguntar ao usuário qual sua dúvida
  • Solucionar problema do usuário
  • Dizer quais as ferramentas serão utilizadas
  • Indicar fontes de informação adequadas
  • Procurar selecionar informação relevante
  • Deixar que o usuário tente solucionar o problema
  • Reformular a pergunta
  • Verificar se a dúvida foi sanada
  • Avaliar outros eventuais questionamentos
  • Medir nível de satisfação do usuário

 

  • Acessibilidade

acesso

Fonte: http://www.lifecooler.com/artigos/biblioteca-sonora-digital/14380/

 

Disponibilizar biblioteca sonora:

  • Facilitar o acesso de deficientes visuais as obras
  • Sinalizar adequadamente a U.I.
  • Colocar auscultadores para melhor experiência
  • Acessar a biblioteca sonora gratuitamente
  • Fazer autenticação do usuário deficiente visual
  • Pesquisar utilizando pontos de acesso
  • Informar documentos em áudio e em braile
  • Escolher suporte desejado
  • Efetuar download da obra
  • Escutar ou ler obra selecionada

 

Atividade 2

Diagrama de atividade:

diagrama de atividades

 

 

Referências

Bibliotecas Municipais do Porto, Biblioteca Sonora Digital. Disponível em: < http://arquivodigital.cm-porto.pt/Conteudos/Conteudos_BPMP/BDigital/Projectos/BSDigital/BSDigital_PerguntasFrequentes.htm&gt;. Acesso em: 23/05/2016.

Fundação Técnico-Educacional Souza Marques, Estrutura Organizacional da Biblioteca Universitária. Disponível em: <http://www.souzamarques.br/a-biblioteca/estrutura>. Acesso em: 23/05/2016.

 

 

Grupo 6 – Ana Paula

Este post refere-se a Atividade do dia 04/05/2016

Planejamento de Testes de Usabilidade

  1. Emprestar Itens: utilizar as ferramentas do sistema
  2. Gerar Carteirinha Usuários: efetuar cadastro de usuários
  3. Cadastrar Obra no Acervo: alimentar o sistema da biblioteca
  4. Catalogar Obra: utilizar o sistema, avaliando os campos de catalogação
  5. Divulgar Notícias Recentes da U.I.: avaliar as notícias da Instituição

O teste de usabilidade têm por finalidade verificar a facilidade de uso da interface do software, o sistema torna-se satisfatório, quando o usuário não preocupa-se em aprender a manusear e controlar o sistema, para então focar em sua tarefa. Para tanto, é necessário que o sistema apresente interfaces usáveis, assim usuários externos e internos possam recuperar informações e inserir dados no sistema, respectivamente.

O teste será feito em um laboratório de usabilidade, para registro e observação da interação do usuário com o sistema, tratando-se de um local com duas salas ligadas por espelho translúcido, permitindo a observação livre do contexto, e uma câmera de vídeo, que registra a expressão facial e fala do usuário.

figura teste de usabilidade

Fonte: http://pichiliani.com.br/2014/11/experimento-com-desenvolvedores-android/

 

Avaliador 1 Psicólogo – responsável por tudo que ocorre durante a sessão de teste, onde interage com o participante, coleta informações e comunica o resultado dos testes

Avaliador 2 Bibliotecário – responsável por toda preparação para o teste, sendo este o maior interessado no teste, pois a partir deste que poderá saber se o sistema utilizado é satisfatório

A determinação do perfil do usuário é extremamente importante para o sucesso do teste, pois deve determinar-se um usuário típico, que represente uma média dos usuários finais. Assim, utilizaremos estudantes de biblioteconomia, pois possuem conhecimento à cerca de sistemas de bibliotecas, mas é imprescindível que não tenha utilizado o sistema anteriormente.

criterios e metricas

Fonte: Autor

biblioshop

Fonte: http://www.biblioshop.com.br/#home

Teste de verificação –  No início do teste, o avaliador explica o que o usuário efetuará, em seguida o usuário entra no site da Instituição (vamos utilizar o site e o sistema da Faculdade Católica de Santa Catarina – FACASC), para chegar no sistema da biblioteca – que é o Biblioshop. O usuário deve avaliar as últimas notícias da Instituição, se há notícias recentes da U.I. divulgadas no site.

noticias.png

Fonte: http://facasc.edu.br/a-biblioteca/

O usuário é requisitado a acessar o acervo da biblioteca, para realizar o cadastramento de uma obra no acervo, utilizando o sistema da biblioteca, através dos campos de catalogação:

Catalogacao.png

Fonte: http://www.biblioshop.com.br/#home – Google imagens

Conforme imagem, o usuário deverá cadastrar as informações em cada campo, fazendo uso das lupas “find” de cada item a ser alimentado, para que não ocorram termos duplicados. Sempre que o usuário concluir o campo, é necessário salvar usando o “disquete” destacado acima, para que o progresso das etapas da tarefa seja concluído.

Agora, o usuário precisa fazer o cadastro e impressão da carteirinha de usuários da biblioteca, onde colocam-se as informações do usuário que está sendo cadastrado:

carteirinha

Fonte: http://www.biblioshop.com.br/#home – Google imagens

Por fim, o usuário efetuará o empréstimo de itens da biblioteca, assim deve-se entrar no cadastro do usuário, na aba de Movimentações e procurar o item desejado, podendo ser pelo título da obra, ou pelo número. Ao encontrá-la, selecionar a ação pretendida, e encerrar o processo. Ao final, é repassado ao usuário um questionário de satisfação para registrar seu conforto ao realizar as tarefas.

Empréstimo.png

Fonte: http://www.biblioshop.com.br/#home – Google imagens

Referências

Biblioshop, Software. Disponível em: <http://www.biblioshop.com.br/#home>. Acesso em: 06/05/2016.

Blog do Mauro Pichiliani, Experimento com desenvolvedores Android. Disponível em: <http://pichiliani.com.br/2014/11/experimento-com-desenvolvedores-android/&gt;. Acesso em: 06/05/2016.

Faculdade Católica de Santa Catarina, A biblioteca. Disponível em: <http://facasc.edu.br/a-biblioteca/>. Acesso em: 06/05/2016.

FERREIRA, Kátia Gomes. Teste de usabilidade. Belo Horizonte, 2002. 60 p. Monografia (Especialização em Informática: Ênfase em Engenharia de Software) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2002. [Orientador: Prof. Clarindo Isaías Pereira da Silva e Pádua]. Disponível em: <http://conteudo.imasters.com.br/3206/usabilidade.pdf>. Acesso em: 06/05/2016.